Determinantes da pressão arterial elevada em crianças: um estudo caso-controle em Vitória-ES

dc.contributor.advisor1Molina, Maria del Carmen Bisi
dc.contributor.authorRiani, Anna Paula Coelli
dc.contributor.referee1Carletti, Luciana
dc.contributor.referee2Cade, Nagela Valadão
dc.date.accessioned2016-08-30T10:50:07Z
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-30T10:50:07Z
dc.date.issued2010-04-14
dc.description.abstractHypertension constitutes a major public health problems around the world for its strong impact on cardiovascular morbidity and mortality. Clinical and epidemiological studies have shown that the hypertension has reached the early stages of life and supporting the hypothesis that high blood pressure actually begins in childhood. Unlike the adult, in which the determinants for the development of hypertension are well established, in children are poorly understood and often conflicting in different studies in the literature. This study aimed to identify predictors of the occurrence of high blood pressure in children aged 7 to 10 years. For this, a case-control study was conducted from a representative sample of children aged 7 to 10 years in Vitória / ES. The case group is consisted of 159 children with high blood pressure (systolic or diastolic BP ≥ 95th percentile) and control group is consisted of 636 children with normal BP levels (BP < 90th percentile), a total of 795 children. We carried out annealing of children by age and sex. We studied socio-demographic variables (race, color, type of school, socioeconomic class and maternal education) and children variables (BMI, birth weight, gestational age, exclusive breast-feeding time in sedentary activities, duration of physical activity, sleep time per day and maternal smoking). Significant differences between cases and controls were observed for prematurity (OR= 1.8 IC95%1.0 – 3.0; p=0.038), type of public school (OR= 1.9 IC95%1.1 – 3.2; p=0.021) and tobacco exposure (OR= 0.5 IC95%0.3 – 0.8; p=0.005). Children born prematurely or who study in public school, has twice as likely to have high blood pressure and children whose mothers did not smoke (OR= 0.5 IC95%0.3 – 0.8; p=0.005) have 50% less chances of having high blood pressure.eng
dc.description.resumoA Hipertensão Arterial (HA) se constitui em um dos maiores problemas de saúde pública em todo mundo pelo seu forte impacto na morbi-mortalidade cardiovascular. Estudos clínicos e epidemiológicos têm demonstrado que a HA tem alcançado fases precoces da vida e subsidiam a hipótese de que a elevação da pressão arterial realmente começa na infância. Diferentemente do adulto, no qual os determinantes para o desenvolvimento da HA estão bem estabelecidos, em crianças são pouco compreendidos e, por vezes, conflitantes nos diversos estudos presentes na literatura. Este trabalho teve como objetivo identificar fatores preditores da ocorrência da pressão arterial elevada em crianças de 7 a 10 anos. Foi realizado um estudo do tipo caso-controle a partir de uma amostra representativa de crianças de 7 a 10 anos da cidade de Vitória/ES. O grupo de casos foi constituído por 159 crianças com pressão arterial elevada (PA sistólica ou PA diastólica acima ou igual ao percentil 95) e o de controles por 636 crianças com PA em níveis normais (PA abaixo do percentil 90), perfazendo um total de 795 crianças. Foi realizado pareamento das crianças por idade e sexo. Foram estudadas variáveis sócio-demográficas (raça/cor, tipo de escola, classificação socioeconômica e escolaridade da mãe) e referentes às crianças (excesso de peso, peso ao nascer, idade gestacional, aleitamento materno exclusivo, tempo em atividades físicas sedentárias, tempo diário de atividade física, número de horas de sono por dia e exposição ao tabaco). Diferenças significativas entre casos e controles foram observadas para idade gestacional (RC= 1,8 IC95%1,03,0; p=0,038), tipo de escola (RC= 1,9 IC95%1,1-3,2; p=0,021) e exposição ao tabaco (RC= 0,5 IC95%0,30,8; p=0,005). Crianças nascidas prematuras ou que estudam em escola pública apresentam duas vezes mais chances de ter pressão arterial elevada e crianças cujas mães não fumam (RC= 0,5 IC95%0,3 0,8; p=0,005) possuem 50% menos chances de apresentarem níveis pressóricos elevados.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/5434
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Saúde Coletiva
dc.publisher.departmentCentro de Ciências da Saúde
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
dc.rightsopen access
dc.subjectHigh blood pressureeng
dc.subjectSchoolchildreneng
dc.subjectRisk factorseng
dc.subjectPrematurityeng
dc.subjectHipertensãopor
dc.subjectCriançaspor
dc.subjectPressão arterial elevadapor
dc.subjectEscolarespor
dc.subjectFatores de riscopor
dc.subjectPrematuridadepor
dc.subject.cnpqSaúde Coletiva
dc.subject.udc614
dc.titleDeterminantes da pressão arterial elevada em crianças: um estudo caso-controle em Vitória-ES
dc.typemasterThesis

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