Avaliação in vitro de um cimento de ionômero de vidro restaurador para colagem de bráquetes ortodônticos

dc.contributor.advisor1Pacheco, Maria Christina Thomé
dc.contributor.authorPimentel, Karine Almeida
dc.contributor.referee1Guimarães, Jackeline Coutinho
dc.contributor.referee2Morais, Liliane Siqueira de
dc.date.accessioned2018-08-01T23:26:18Z
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:26:18Z
dc.date.issued2014-12-18
dc.description.abstractGlass ionomer materials for bonding orthodontic brackets have advantages over composite resins such as easy of removal and lower risk of enamel damage, while maintaining the bond strength within the clinically ideal range (6.5 to 10 MPa). The ionomer material considered in the literature as the “gold standard” for bonding brackets (Fuji ORTHO LC) is hard to acquire and expensive to be used routinely. Therefore, this study aims at verifying the in vitro behavior of hybrid glass ionomer cement (GIC), indicated as restorative material (Vitro Fil LC), to be used as bonding material for orthodontic brackets. The sample was made up of 72 extracted bicuspids teeth divided into four groups and submitted to the same bonding procedures, except for the bonding materials. Vitro Fil LC GIC was handled in two different ways (VF1 group and VF2 group) and compared to Fuji ORTHO LC GIC (FO group) and to Transbond XT composite resin (XT group). The shear bond strength, adhesive remnant index (ARI), and the presence of enamel fracture after debonding were assessed. There was statistically significant difference among shear bond strength in the four groups: XT (15.9 + 4.3 MPa), FO (13.0 + 2.6 MPa), VF1 (10.1 + 1.9 MPa) and VF2 (5.1 + 2.7 MPa). ARI and the presence of enamel fracture was not statistically difference among three groups: XT, FO and VF1. Behavior of VF2 group in every test suggests that the type of handling employed for this group caused bonding failure in the enamel/adhesive interface, which precludes its clinical use. VF1 group showed bond strength within the clinically ideal range and its behavior following debonding was compatible to "gold standard" materials for bonding bracket, which suggests increased possibility of clinical use.eng
dc.description.resumoOs materiais ionoméricos para a colagem dos bráquetes ortodônticos apresentam como vantagens sobre os compósitos resinosos a facilidade de remoção e menor risco de lesão ao esmalte, além de apresentarem resistência de união dentro da faixa clinicamente ideal (6,5 a 10 MPa). O material ionomérico consagrado na literatura como “padrão ouro” para colagem de bráquetes, o Fuji ORTHO LC, é de difícil aquisição e de custo elevado para ser utilizado rotineiramente. Desse modo, o objetivo deste estudo foi verificar in vitro o comportamento de um cimento de ionômero de vidro híbrido (CIV), o Vitro Fil LC, de fabricação nacional e de custo acessível, indicado como material restaurador, ao ser empregado como material adesivo para a colagem de bráquetes ortodônticos. A amostra consistiu de 72 dentes pré-molares humanos extraídos, divididos em quatro grupos e submetidos aos mesmos procedimentos de colagem, com exceção do material adesivo utilizado. O CIV Vitro Fil LC foi manipulado de duas maneiras diferentes (grupo VF1 e grupo VF2) e comparado com o CIV Fuji ORTHO LC (grupo FO) e com o compósito resinoso Transbond XT (grupo XT). Foram avaliados a resistência de união ao cisalhamento, o índice de remanescente adesivo (IRA) e a presença de fratura de esmalte após a descolagem. Houve diferença estatisticamente significativa entre as médias da resistência de união nos quatro grupos: XT (15,9 + 4,3 MPa), FO (13,0 + 2,6 MPa), VF1 (10,1 + 1,9 MPa) e VF2 (5,1 + 2,7 MPa). Não foi observada diferença estatisticamente significante com relação ao IRA e à presença de fraturas entre os três grupos XT, FO e VF1. O comportamento do Grupo VF2 em todas as avaliações sugere que a manipulação empregada nesse grupo ocasiona falhas de adesão na interface esmalte/adesivo, o que inviabiliza sua utilização clínica. O grupo VF1 mostrou resistência de união dentro da faixa clinicamente ideal e comportamento após a descolagem, compatível com o dos materiais “padrão ouro” em colagem de bráquetes, o que sugere boa possibilidade de aplicação clínica.
dc.formatText
dc.identifier.citationPIMENTEL, Karine Almeida. Avaliação in vitro de um cimento de ionômero de vidro restaurador para colagem de bráquetes ortodônticos. 2014. 72 f. Dissertação (Mestrado em Clínica Odontológica) - Programa de Pós-Graduação em Clínica Odontológica, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2014.
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/8185
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Clinica Odontológica
dc.publisher.departmentCentro de Ciências da Saúde
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Clínica Odontológica
dc.rightsopen access
dc.subjectGlass ionomer cementseng
dc.subjectOrthodontic bracketseng
dc.subjectShear strengtheng
dc.subjectDental bondingeng
dc.subjectCimentos de ionômeros de vidropor
dc.subjectResistência ao cisalhamentopor
dc.subject.br-rjbnClínicas dentárias
dc.subject.br-rjbnCimentos dentários
dc.subject.br-rjbnBraquetes ortodônticos
dc.subject.br-rjbnDentística operatória
dc.subject.br-rjbnColagem dentária
dc.subject.cnpqOdontologia
dc.subject.udc616.314
dc.titleAvaliação in vitro de um cimento de ionômero de vidro restaurador para colagem de bráquetes ortodônticos
dc.typemasterThesis

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