Entre as minas e os recôncavos: a administração da Capitania do Espírito Santo na primeira metade do século XVIII (1718-1744)

dc.contributor.advisor1Ribeiro, Luiz Claudio Moises
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/000000016611093X
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0121217094224348
dc.contributor.authorFernandez, Felipe de Souza
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0002-3707-1000
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7709877795476692
dc.contributor.referee1Atallah, Claudia Cristina Azeredo
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2918940954094400
dc.contributor.referee2Merlo, Patricia Maria da Silva
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-7584-9047
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1125510334100789
dc.date.accessioned2024-05-30T01:41:40Z
dc.date.available2024-05-30T01:41:40Z
dc.date.issued2023-04-20
dc.description.abstractThe governance of the Captaincy of Espírito Santo in the first half of the 18th century was diverse, given the contingencies faced by the Portuguese Crown in competition with other emerging European states or by the demands of the inhabitants of this Captaincy, particularly those from the town of Vitória. Thus, the study explores the years from 1718, when the Crown incorporates the Captaincy of Espírito Santo, to the end of the demarcation of the district of the Ouvidoria do Espírito Santo in 1744, created in 1732. The process of territorialization of the Captaincy of Espírito Santo in Portuguese America is analyzed, highlighting its importance in defending the Center-South of Portuguese America and its economic and demographic growth, with the expansion and territorial occupation by the colonizers. In this proposed analysis, key points in the Crown's administration are observed, such as in 1722 when it is divided in the legal and administrative political sphere by royal decree, with Espírito Santo being subordinated to Rio de Janeiro and Bahia, respectively. Through exchanges of information (letters, requests) from royal agents, including the Captains and the Governors General of the State of Brazil, this space was shaped to appease the disturbances of the "republic," that is, to maintain the "common good" of the Captaincy, a primary function of the Portuguese Monarchy in the Modern Age. These conflicts are researched mainly through documents that show the interests of the local colonial elites - inhabitants, royal officials of the town of Vitória - as well as the specificity of the power of the Society of Jesus in the economic and political control rooted in the territory. Finally, a specific study is dedicated to the trajectory and creation of the district of the Captaincy of Espírito Santo through its first General Ombudsman, Pascoal Ferreira de Veras.
dc.description.resumoA governação da Capitania do Espírito Santo na primeira metade do século XVIII foi diversa, dada as contingências encontradas pela Coroa portuguesa na concorrência com outros “Estados-emergentes” europeus ou pela demanda dos moradores desta Capitania, destacando os da vila de Vitória. Desta forma, o estudo explora os anos de 1718, quando a Coroa incorpora a Capitania do Espírito Santo, até o término da demarcação da comarca da Ouvidoria do Espírito Santo em 1744, criada em 1732. O processo de territorialização da Capitania do E.S. na América portuguesa é analisado, destacando sua importância na defesa do Centro-Sul da América portuguesa e seu crescimento econômico e demográfico, com a expansão e ocupação territorial pelos colonos. Neste recorte proposto, são observados pontos chave na administração da Coroa, como em 1722, quando ocorre sua divisão na esfera jurídica e na esfera política administrativa por alvará régio, ficando o Espírito Santo subordinado ao Rio de Janeiro e a Bahia, respectivamente. Através das trocas de informações (cartas, requerimentos) dos agentes régios, destacando os Capitães-mores e os Governadores Gerais do Estado do Brasil, este espaço foi se conformando para aplacar os distúrbios da "república", ou seja, para manter o "bem comum" da Capitania, função primordial da Monarquia portuguesa na Idade Moderna. Esses conflitos são pesquisados através principalmente de documentos que mostram interesses das elites coloniais locais (moradores, oficiais da Câmara da vila de Vitória) – como pela especificidade do poder da Companhia de Jesus no controle econômico e político arraigado no território. Por fim, é dedicado um estudo específico sobre a trajetória e criação da Comarca da Capitania do Espírito Santo através de seu primeiro Ouvidor Geral, Pascoal Ferreira de Veras.
dc.description.sponsorshipFundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/16854
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em História
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em História
dc.rightsopen access
dc.subjectAmérica portuguesa
dc.subjectCapitania do Espírito Santo
dc.subjectComarca do Espírito Santo
dc.subjectOuvidor Geral do Espírito Santo
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqHistória
dc.titleEntre as minas e os recôncavos: a administração da Capitania do Espírito Santo na primeira metade do século XVIII (1718-1744)
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis

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