AS ÁREAS PRIORITÁRIAS DETERMINARAM A CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO SUDESTE DO BRASIL?

dc.contributor.advisor1Dias, Henrique Machado
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000000322177846
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5565852508873092
dc.contributor.authorFrancischetto, Amanda Grillo
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000000182509414
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/
dc.contributor.referee1Pires, Aliny Patricia Flauzino
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1531-8831
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8239672464810646
dc.contributor.referee2Brandao, Reuber Albuquerque
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-3940-2544
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5804582372968711
dc.date.accessioned2024-05-30T00:53:08Z
dc.date.available2024-05-30T00:53:08Z
dc.date.issued2022-02-22
dc.description.abstractFaced with the increasing loss of biodiversity that causes great environmental concern around the world, the main response has been the creation of protected areas. About 20.2% of Key Biodiversity Areas worldwide are completely covered by protected areas (PA), while 33.9% have no protection system at all. In Brazil, since 2004, the Ministry of Environment, through the Priority Areas policy, has identified key areas for the implementation of adequate conservation measures, including the creation or expansion of protected areas. In this context, this study evaluated the contribution of this public conservation policy to the establishment of protected areas in the southeastern region of Brazil. The QGIS program was used in order to analyze the spatial and temporal dynamics of the establishment of units over time, in the Southeast, considering the priority areas. For this, geospatial data resulting from the processes of identification of priority areas carried out in 2004, 2007, and 2018 were obtained from the website of the Ministry of the Environment, and the geospatial data referring to protected areas were also searched on the websites of environmental agencies of the states. The intersection between these files made it possible to quantify the area of areas created within the priority areas. We identified that approximately 98% of the territory recognized as priority areas did not receive PA implementation. This spatial incompatibility between priority areas and units in the Southeast region shows that the contribution of the MMA s policy on priority areas to the establishment of PA in Southeast Brazil is of little relevance. Despite the increase in the number and territorial extension of UCs during the three periods evaluated, they do not cover the territory indicated for the creation of PA by the Priority Areas policy for conservation.
dc.description.resumoDiante da crescente perda da biodiversidade, que causa grande preocupação ambiental em todo o mundo, a principal resposta tem sido a criação de áreas protegidas. Cerca de 20,2% das Áreas Chave da Biodiversidade no mundo são cobertas por áreas protegidas, enquanto 33,9% não têm nenhum sistema de proteção. No Brasil, desde 2004, o Ministério do Meio Ambiente, através da política de Áreas Prioritárias, identifica áreas chaves para a implantação de medidas adequadas à conservação, entre elas, a criação ou ampliação de unidades de conservação. Neste contexto, o presente estudo avaliou a contribuição desta política pública de conservação para o estabelecimento de unidades de conservação na região sudeste do Brasil. Avaliei a dinâmica espacial e temporal do estabelecimento de unidades ao longo do tempo, no Sudeste, considerando as áreas prioritárias. Para isso, obtive no site do Ministério do Meio Ambiente documentos geoespacializados resultantes dos processos de identificação de áreas prioritárias realizados em 2004, 2007 e 2018, bem como arquivos geoespacializados referentes às unidades de conservação, buscados também nos sites dos órgãos ambientais dos estados. A interseção entre esses arquivos possibilitou quantificar a área de unidades criadas dentro das áreas prioritárias. Identificamos que aproximadamente 98% do território reconhecido como áreas prioritárias não recebeu implementação de UC. Esta incompatibilidade espacial entre as áreas prioritárias e as unidades da região sudeste, mostra que a contribuição da política de áreas prioritárias do MMA para o estabelecimento de UC no sudeste do Brasil é pouco relevante. Apesar do aumento no número e extensão territorial de UC durante os três períodos avaliados, elas não cobrem o território indicado para criação de UC pela política de Áreas Prioritárias para conservação.
dc.description.sponsorshipFundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/15845
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Ciências Florestais
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Agrárias e Engenharias
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Florestais
dc.rightsopen access
dc.subjectUnidades de Conservação
dc.subjectConservação da Biodiversidade
dc.subjectGovernança
dc.subjectPolíticas Públicas
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqRecursos Florestais e Engenharia Florestal
dc.titleAS ÁREAS PRIORITÁRIAS DETERMINARAM A CRIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NO SUDESTE DO BRASIL?
dc.title.alternativeDid the Priority Areas determine the creation of Protected Areas in Southeast Brazil?
dc.typemasterThesis

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