Extração de bio-óleo via base úmida a partir da microalga da espécie Nannochloropsis oculata

dc.contributor.advisor-co1Porto, Paulo Sérgio da Silva
dc.contributor.advisor1Freitas, Rodrigo Randow de
dc.contributor.authorLima, Kárita Fernanda Fontes
dc.contributor.referee1Barroso, Márcia Vanacor
dc.contributor.referee2Muniz, Eduardo Perini
dc.contributor.referee3Lira, Taisa Shimosakai de
dc.contributor.referee4Siqueira, Renato do Nascimento
dc.date.accessioned2018-08-01T23:29:10Z
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:29:10Z
dc.date.issued2018-02-23
dc.description.resumoAs pesquisas atuais têm demonstrado um grande interesse em microalgas pela sua capacidade de captura do CO2 da atmosfera, gás nocivo ao meio ambiente além de armazenar um óleo com alto valor agregado. Entretanto, a extração do óleo de microalgas representa uma etapa de alta demanda energética, sendo necessário o desenvolvimento de um processo viável sob este aspecto. Neste contexto, o presente trabalho objetiva a extração do bio-óleo a partir da microalga da espécie Nannochloropsis oculata via base úmida, a fim de retirar a etapa de secagem do processo de extração. Para isso foi utilizado um planejamento experimental do tipo fatorial (3²) com mais dois pontos centrais, totalizando 11 experimentos para cada solvente (etanol e hexano). As variáveis estudadas no planejamento foram o tempo de aplicação do ultrassom e o tempo de extração por Soxhlet. A extração com a aplicação de ultrassom por 60minseguida de Soxhlet por 8h com hexano mostrou-se melhor rendimento (20,29%) de bio-óleo. A produção de bio-óleo nas mesmas condições com etanol foi de 16,83%. O menor gasto energético em relação a produção de 1g de óleo se deu nas condições de aplicação de 60 min de ultrassom e 4h de extração sólido-líquido. Também comparou-se o gasto energético via base seca e úmida com os dois solventes. Na extração via base seca o rendimento foi inferior a via base úmida. Pela análise de GC-MS percebeu-se que secagem influencia no perfil dos ácidos graxos, diminuindo a porcentagem de ácidos graxos monoinsaturados e poliinsaturados. Conclui-se que a extração via base úmida é a melhor opção, pois secagem deteriora o bio-óleo e não influencia significativamente no rendimento do bio-óleo.
dc.formatText
dc.identifier.citationLIMA, Kárita Fernanda Fontes. Extração de bio-óleo via base úmida a partir da microalga da espécie Nannochloropsis oculata. 2018. 93 f. Dissertação (Mestrado em Energia) - Programa de Pós-Graduação em Energia, Universidade Federal do Espírito santo, São Mateus, 2018.
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/8450
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Energia
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Energia
dc.rightsopen access
dc.subjectNannochloropsis oculatapor
dc.subjectBio-óleopor
dc.subject.br-rjbnMicroalga
dc.subject.br-rjbnÓleos vegetais
dc.subject.cnpqEngenharia/Tecnologia/Gestão
dc.subject.udc620.9
dc.titleExtração de bio-óleo via base úmida a partir da microalga da espécie Nannochloropsis oculata
dc.typemasterThesis

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