Cinema, literatura e subjetividade: uma leitura feminista dos (con)textos Blade Runner

bibo.pageEnd114
dc.contributor.advisor1Camarneiro, Fabio Diaz
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-1767-3610
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5820527580375928
dc.contributor.authorGuidoni, Patricia
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0001-5846-3356
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0866916198823735
dc.contributor.referee1Alvim, Davis Moreira
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9379-0587
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2441096806060253
dc.contributor.referee2Sales, Michelle Cunha
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-1589-4003
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0463597348066713
dc.date.accessioned2024-05-30T00:49:14Z
dc.date.available2024-05-30T00:49:14Z
dc.date.issued2021-02-15
dc.description.abstractThis research uses the minor literature as an epistemology for the development of a feminist critical analysis of the texts of “Blade Runner”. The concept of subjectivity is considered from Suely Rolnik’s perspective in the work “Spheres of insurrection: notes for a non-pimped life” (2019) using, mainly, the concepts of colonial-capitalistic unconscious and reactive micropolitics with aims to relate these concepts to the possible readings of works (texts) Do Androids Dream of Electric Sheep? (1968), Blade Runner (1982) and Blade Runner 2049 (2017), in which the colonial-capitalistic force of mainstream productions, mass culture, tend to produce a reactive, reterritorializing micropolitics on one of the most enthusiastic issues today, feminism. Also, it will be used the concept of active micropolitics that intends to deterritorialize the current regime through collective, artistic forces, etc. so that it is possible to reappropriate the force of creation and cooperation, a force that enables to resist the dominant regime in ourselves. Therefore, the minor literature appears as a possibility of insurgency of a feminist criticism that seeks to produce echoes in the active micropolitics by calling for, in the hybrid re(write) of the characters, the minorization of a larger language. Feminism appears as the possibility of breaking with the established scene that mainstream productions tend to reterritorialize. There are two revolutions in progress, feminism and the production of subjectivity, which support the tension that destabilizes them for the germination of new worlds, decolonization of the unconscious.
dc.description.resumoEsta pesquisa faz uso da literatura menor como epistemologia para o desenvolvimento de uma análise crítica feminista dos textos “Blade Runner”. O conceito de subjetividade será trabalhado pela perspectiva de Suely Rolnik (2019) em sua obra Esferas da insurreição: notas para uma vida não cafetinada, de onde usaremos, principalmente, os conceitos de inconsciente colonialcapitalístico e de micropolítica reativa na intenção de relacionar esses conceitos às possíveis leituras das obras (textos) Androides sonham com ovelhas elétricas? (1968), Blade Runner, o caçador de androides (1982) e Blade Runner 2049 (2017), onde a força colonial-capitalística de obras mainstream da cultura de massa, tendem a produzir uma micropolítica reativa, reterritorializante sobre uma das questões em efervescência na atualidade, o feminismo. E usaremos o conceito de micropolítica ativa que tenciona a desterritorialização do regime vigente através de forças coletivas, artísticas etc. para que, então, seja possível a reapropriação da força de criação e de cooperação, força que torna possível resistir ao regime dominante em nós mesmos. Portanto, a literatura menor aparece como possibilidade de insurgência de uma crítica feminista que busca produzir ecos na micropolítica ativa quando convoca, na re(escritura) híbrida das personagens, a minoração de uma língua maior. O feminismo aparece como a possibilidade de romper com a cena do instituído que as obras mainstream tendem a reterritorializar. Temos duas revoluções em marcha, o feminismo e a produção de subjetividade, que suportam a tensão que as desestabiliza para a germinação de novos mundos, de uma descolonização do inconsciente.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/14503
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucional
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucional
dc.rightsopen access
dc.subjectSubjetividade
dc.subjectfeminismo
dc.subjectBlade Runner
dc.subjectPhilip K. Dick
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqPsicologia
dc.titleCinema, literatura e subjetividade: uma leitura feminista dos (con)textos Blade Runner
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis

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