Os Capitães da Areia como agentes da resistência ao projeto biopolítico de aniquilação dos outros

dc.contributor.advisor1Santos, Vitor Cei
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000000167563236
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3944677310190316
dc.contributor.authorSimon, Lucimar
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0003-0780-2236
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5999518095844312
dc.contributor.referee1Nascimento, Jorge Luiz do
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5314773566668629
dc.contributor.referee2Diogo, Sarah Maria Forte
dc.contributor.referee3Arendt, João Claudio
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/4108580744111952
dc.contributor.referee4Nascimento, Aline Santos de Brito
dc.contributor.referee5Ortiz, Eduardo
dc.date.accessioned2024-05-29T20:55:31Z
dc.date.available2024-05-29T20:55:31Z
dc.date.issued2023-10-20
dc.description.abstractThe novel Captains of the Sands (1937), by Jorge Amado, presents the daily life of a group of abandoned minors in the city of Salvador. This thesis aims to present theoretical-critical arguments that explain how Amado’s literature and the “Captains of the Sands” gang can be considered agents of resistance to the biopolitical project of annihilation of others. Based on theoretical foundations in Adorno, Foucault, Mbembe, Ariès, Del Priore and others, we argue that the group of street children, who are considered misfortunes, social stigmas, and undesirable in society, become a resistance force against representatives of the bourgeoisie and government institutions of the State and the Press in order not to be extirpated by a biopolitical project of ongoing annihilation in Brazilian society from the 1930s onwards. Family, State, Press, and Church are the social institutions that form the regulatory base of a quadripartite set of correlations of forces and their representations generate the ideas and forces that are at the core of textual composition, and which continue to permeate the entire development of the novel.
dc.description.resumoO romance Capitães da Areia (1937) apresenta o cotidiano de um grupo de crianças em situação de rua na cidade de Salvador (BA). O objetivo desta tese é apresentar argumentos teóricos-críticos que expliquem como a literatura e o grupo Capitães da Areia, personagens da ficcionalidade de Jorge Amado, podem ser considerados agentes da resistência ao projeto biopolítico de aniquilação dos outros. A partir de fundamentação teórica em Adorno, Foucault, Mbembe, Ariès, Del Priore e outros, argumentamos que um grupo de crianças em situação de rua, que são consideradas infortúnios, estigmas sociais e indesejáveis em uma sociedade, se tornam uma força de resistência contra representantes da burguesia e instituições governamentais do Estado e da Imprensa para não ser extirpado por um projeto biopolítico de aniquilação em curso na sociedade baiana a partir da década de 1930. Família, Estado, Imprensa e Igreja são as instituições sociais que formam a base reguladora de um conjunto quadripartite de correlações de forças e suas representações geram as ideias-forças que estão no cerne da composição textual e que seguem permeando todo o desenvolvimento do romance.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/12605
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseDoutorado em Letras
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letras
dc.rightsopen access
dc.subjectJorge Amado
dc.subjectCapitães da Areia
dc.subjectEstado de Exceção
dc.subjectBiopolítica
dc.subjectResistência
dc.subject.cnpqLetras
dc.titleOs Capitães da Areia como agentes da resistência ao projeto biopolítico de aniquilação dos outros
dc.typedoctoralThesis

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