Saberes e práticas populares: o uso de plantas medicinais no cuidado e na promoção da saúde

bibo.pageEnd136
dc.contributor.advisor1Silva, Fabio Hebert da
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2459-5128
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5489597879828913
dc.contributor.authorCock, Nayara Rudeck Oliveira Sthel
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000000255251603
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4657766351536727
dc.contributor.referee1Soares, Gabriella Barreto
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-1382-9339
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8931962961946308
dc.contributor.referee2Oliveira, Gustavo Nunes de
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-2148-2673
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7251529056542414
dc.contributor.referee3Barros, Maria Elizabeth Barros de
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0003-1123-4374
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1908967025244386
dc.date.accessioned2024-05-30T00:52:44Z
dc.date.available2024-05-30T00:52:44Z
dc.date.issued2021-08-26
dc.description.abstractThe insertion of medicinal plants in Primary Health Care (PHC) is based on ethical-political bets that underlie shared care, network fostering, social development and the appreciation of popular knowledge. The inclusion of these practices as a health promotion strategy promotes the improvement of the quality of health care and allows for the increment of different approaches. This also strengthens the principle of comprehensive care and expands therapeutic options for users of the Unified Health System (SUS). This research-intervention, qualitative and descriptive, sought to map experiences developed in the municipality of Divino de São Lourenço/ES, Patrimony District of Penha, in relation to the use of medicinal plants and their articulation with SUS in PHC. The objective was to foster dialogue between health workers, managers and users. As methodological tools we used: field diary, conducting interviews with semi-structured script and the conversation wheel. Professionals from the Family Health Strategy (n=15), users (n=10) and local experts on medicinal plants (n=5), consented through the Free and Informed Consent Term (TCLE), were interviewed. This investigation mainly produced devices for analyzing health training practices and processes. It became clear that, to overcome the challenges on the way to institutionalize the use of medicinal plants in the SUS, it is necessary to rethink the dynamics of training workers, the established temporality, and the ways of organizing work. By affirming medicinal plants as a device to produce networks, other ways of doing health management are admitted and they create possibilities for the inclusion of dialogical, solidary, participatory, complementary, transdisciplinary and intersectoral practices.
dc.description.resumoA inserção de plantas medicinais na Atenção Primária à Saúde (APS) parte de apostas ético-políticas que fundamentam o cuidado compartilhado, o fomento de rede, o desenvolvimento social e a valorização dos saberes populares. A inclusão dessas práticas como estratégia de promoção de saúde fomenta a melhoria da qualidade da atenção à saúde e possibilita o incremento de diferentes abordagens. Isso fortalece, ainda, o princípio da integralidade do cuidado e amplia opções terapêuticas aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo principal foi fomentar a interlocução entre trabalhadores de saúde, gestores e usuários sobre o uso de plantas medicinais na APS. Essa pesquisa-intervenção, de caráter qualitativo-descritivo, buscou mapear experiências desenvolvidas no município de Divino de São Lourenço/ES, distrito de Patrimônio da Penha, em relação ao uso de plantas medicinais e sua articulação com o SUS, na APS. Como ferramentas metodológicas, utilizamos: registro em diário de campo, realização de entrevistas com roteiros semiestruturados e roda de conversa. Foram entrevistados profissionais da Estratégia da Saúde da Família (n=15), usuários (n=10) e conhecedores locais de plantas medicinais (n=05), consentidos por meio do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Essa investigação produziu, principalmente, dispositivos para análise das práticas e dos processos de formação em saúde. E ficou nítido que, para superar os desafios no caminho da institucionalização do uso de plantas medicinais no SUS, é necessário repensar as dinâmicas de formação dos trabalhadores, a temporalidade instituída e os modos de organizar o trabalho. Ao afirmar as plantas medicinais como dispositivo de produção de redes, admitem-se outros modos de fazer gestão em saúde e criam-se possibilidades para inclusão de práticas dialógicas, solidárias, participativas, complementares, transdisciplinares e intersetoriais na APS.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/15524
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucional
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucional
dc.rightsopen access
dc.subjectPlantas medicinais
dc.subjectatenção primária à saúde
dc.subjectSistema Único de Saúde
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqPsicologia
dc.titleSaberes e práticas populares: o uso de plantas medicinais no cuidado e na promoção da saúde
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis

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