IMAGENS DE UMA CAÇAMBETEIRA: UMA NARRATIVA FEMINISTA DO HOSPÍCIO COLÔNIA DE BARBACENA (MG)

bibo.pageEnd225
dc.contributor.advisor1Zamboni, Jésio
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-0360-7284
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4402766344195919
dc.contributor.authorFelizardo, Jéssica Tatiane
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000000167102886
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2968719033955490
dc.contributor.referee1Siqueira, Luziane de Assis Ruela
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7510-9148
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6917111497820903
dc.contributor.referee2Rodrigues, Alexsandro
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-5998-4978
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7985936674676993
dc.contributor.referee3Rodrigues, Heliana de Barros Conde
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-4687-3646
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/0551266336066458
dc.date.accessioned2024-05-30T00:52:45Z
dc.date.available2024-05-30T00:52:45Z
dc.date.issued2021-09-30
dc.description.abstractabstract
dc.description.resumoO presente trabalho tem como finalidade traçar a alegoria de uma narradora caçambeteiratrapeira, que ouviu memórias de subjetividades “locas” mal comportadas, que tiveram experiências com o trem de louco. As experiências transmitidas que compõem a pesquisa sustentam rastros de um território, que diz de uma cidade, Estado, País. Nesse contexto, são memórias não individualizadas, e sim coletivas, que marcam a história de um povo e problematizam a histórica única e hegemônica de vidas exiladas no hospício Colônia de Barbacena-MG. Nesses termos, a produção de “cenas analisadoras” da pesquisa compõem uma narrativa feminista, de um grupo de mulheres que regorjeiam cantos, protocolos e dispositivos clínicos, saberes, resistência e força de existir e fabricar a existência, não parte de uma escrita sem implicação, mas da arquivivência. A prática discursiva para a formulação das narrativas partiu dos encontros com o narrador Adilson Casarino e narradoras: Libia Vilas Boas, Maria Madalena Casarino, Maria das Dores de Souza, Vera das Dores, Thereza das Dores, Carla de Jesus. As entrevistas sucederam no Estado de Minas Gerais, nas regiões de Lavras, Perdões, Cerradinho, São João Del-Rei. O encontro com os arquivos-vivos é uma exaltação da arte de contar estórias. De tal modo, as trapaças e o ofício estético-político de uma narradora caçambeteira ganham força quando se encontra com Walter Benjamim, Judith Butler, Michel Foucault, Jota Mombaça entre outros autores. Com efeito, a ética de uma narradora é ter ouvidos de uma caçamba de lixo, que ao recolher memórias, deseja contar, narrar histórias sobre o trem de doido, que capturou subjetividades “loucas”, “insubmissas” frente á produção de discursos ocasionados por vontades de verdade de práticas comandadas pelo padrão.
dc.description.sponsorshipFundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/15552
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucional
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucional
dc.rightsopen access
dc.subjectFeminismo
dc.subjectsubjetividade
dc.subjectloucura
dc.subjectnarrativa
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqPsicologia
dc.titleIMAGENS DE UMA CAÇAMBETEIRA: UMA NARRATIVA FEMINISTA DO HOSPÍCIO COLÔNIA DE BARBACENA (MG)
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis

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