DIÁLOGOS NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: A LEITURA NO ENSINO MÉDIO EM FOCO

bibo.pageEnd116
dc.contributor.advisor1Vidon, Luciano Novaes
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000000322316279
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3136561352267602
dc.contributor.authorRocha, Isadora Cássia Lúcio da
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0002-0213-6257
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9583212058703371
dc.contributor.referee1Furlan, Cláudia Jotto Kawachi
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-4699-6774
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7226263950843874
dc.contributor.referee2Grijó, Andréa Antolini
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-1936-1618
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8542248825007935
dc.date.accessioned2024-05-30T00:50:36Z
dc.date.available2024-05-30T00:50:36Z
dc.date.issued2021-09-10
dc.description.abstractEste trabajo debate la noción de lectura presente en la Base del Currículo Nacional Común - el BNCC (BRASIL, 2018) centrado en la Escuela Secundaria. La lectura ha sido estudiada desde distintas perspectivas (KLEIMAN, 1989; 1993; LAJOLO; ZILBERMAN, 1996; FREIRE, 2011). Estas perspectivas se han incorporado, de alguna manera, en evaluaciones y documentos a gran escala como el BNCC. Sin embargo, en los últimos años, con el mundo en movimiento y la heterogeneidad de las relaciones en la época contemporánea, los estudiantes y la sociedad en general han producido otros significados para la lectura. Mientras que los estudiantes producen significados para diferentes lecturas – lecturas en internet, las reservamos en el camino – evaluaciones a gran escala y documentos como el BNCC toman, en ningún caso de lectura, algo sumamente heterogéneo. O lo que nos lleva a seguir: ¿son estas valoraciones y documentos oficiales a gran escala concebidos por el BNCC desde un punto de vista heterogéneo, heteronormativo y pluridiscursivo?. En este sentido, esta investigación presenta una análisis documental de la versión de la BNCC, a respecto de la concepción de lectura adoptada para la Escuela Secundaria en el componente curricular de Lengua Portuguesa. La discusión de esta disertación está articulada con los trabajos de la Lingüística Aplicada Contemporánea de carácter indisciplinado, anti-disciplinario, mestizo y transgresor (FABRÍCIO, 2006; MOITA LOPES, 2006; PENNYCOOK, 2006; VIDON, 2019; ROJO, 2013). El trabajo, entonces, sigue una historia de la "fabricación" del componente de Lengua Portuguesa en Brasil (BUNZEN, 2011; SOARES, 2002), lo que contribuye a la comprensión del lugar que ocupa la asignatura hoy en día; también presenta un debate sobre los estudios en lo relativo a la política y la agencia lingüística (RAJAGOPALAN, 2013, 2014; RIBEIRO DA SILVA, 2013). Además, el trabajo está permeado por los debates del Círculo Bakhtin BAKHTIN, 2001 [1927]; BAKHTIN, 2011 [1919]; BAKHTIN, 2013 [1963]; BAKHTIN, 2014 [1924]; MEDVIÉDEV, 2016 [1928]; BAKHTIN, 2017 [1920-24]; BAKHTIN/VOLÓCHINOV, 2017 [1929]; VOLÓCHINOV, 2019 [1921-30]) sobre el lenguaje para la comprensión de las relaciones sociohistóricas que constituyen el documento en cuestión, pero también los temas involucrados en la dinámica que presupone la Base Curricular Nacional Común. Como estrategia de análisis, el estudio adopta una metodología cualitativa dialógica e indicativa (GINZBURG, 1986; OLIVEIRA, 2021), por lo que se analiza el BNCC en su conjunto arquitectónico (PADILHA, 2015; ROCHA; VIDON, 2020), teniendo en cuenta su contenido propositivo y enunciativo y también su entorno histórico, político e ideológico. Vemos en este trabajo que la BNCC es un resultado de un juego de fuerzas centrípetas y centrífugas, además de orientarse de acuerdo con las demandas sociales, políticas y ideológicas de su contexto de producción. A pesar de presentar, en ciertos momentos, una visión de lectura más amplia y dialógica, la versión final del documento se dirige a una formación de reconocedores de estructuras, y no para una formación de sujetos que comprenden activamente lo que leen.
dc.description.resumoEste trabalho discute a noção de leitura presente na Base Nacional Comum Curricular – a BNCC (BRASIL, 2018) – em sua seção voltada para o Ensino Médio. A leitura tem sido estudada, no Brasil, a partir de diferentes perspectivas (KLEIMAN, 1989; 1993; LAJOLO; ZILBERMAN, 1996; FREIRE, 2011). Essas perspectivas têm sido incorporadas, de certa forma, pelas avaliações em larga escala e documentos como a BNCC. No entanto, nos últimos anos, com o mundo em movimento e a heterogeneidade das relações na contemporaneidade, outros sentidos para a leitura têm sido produzidos pelos alunos e pela sociedade em geral. Enquanto os alunos produzem sentidos para leituras diversas – leituras na internet, nos livros e na rua – avaliações em larga escala e documentos como a BNCC tomam como comum, no caso da leitura, algo extremamente heterogêneo, o que nos provoca a seguinte questão: será que essas avaliações em larga escala e os documentos oficiais como a BNCC concebem a leitura a partir desse ponto de vista heterogêneo, heteronormativo e pluridiscursivo? Pensando nisso, esta pesquisa apresenta uma análise da versão final da BNCC, homologada em 2018, acerca da concepção de leitura adotada para o Ensino Médio no componente curricular de Língua Portuguesa. A discussão desta dissertação está alinhada com os trabalhos da Linguística Aplicada contemporânea de vertente indisciplinar, antidisciplinar, mestiça e transgressiva (FABRÍCIO, 2006; MOITA LOPES, 2006; PENNYCOOK, 2006; VIDON, 2019; ROJO, 2013). O trabalho, então, segue um histórico da “fabricação” do componente de Língua Portuguesa no Brasil (BUNZEN, 2011; SOARES, 2002, PIETRI, 2003), que contribui para uma compreensão do lugar da disciplina na atualidade; apresenta também uma discussão sobre os estudos em políticas linguísticas e agenciamento (RAJAGOPALAN, 2013a, 2014; RIBEIRO DA SILVA, 2013). Além disso, o trabalho é perpassado pelas discussões do Círculo de Bakhtin (BAKHTIN, 2001 [1927]; BAKHTIN, 2011 [1919]; BAKHTIN, 2013 [1963]; BAKHTIN, 2014 [1924]; MEDVIÉDEV, 2016 [1928]; BAKHTIN, 2017 [1920- 24]; BAKHTIN/VOLÓCHINOV, 2017 [1929]; VOLÓCHINOV, 2019 [1921-30]) sobre a linguagem para o entendimento das relações sócio-históricas que constituem o documento em questão, mas também os sujeitos envolvidos nas dinâmicas que pressupõem a Base Nacional Comum Curricular. Como estratégia de análise, o estudo adota uma metodologia qualitativa de base dialógica e indiciária (GINZBURG, 1986; OLIVEIRA, 2021); dessa maneira, a BNCC é analisada em seu todo arquitetônico (PADILHA, 2015; ROCHA; VIDON, 2020), levando em consideração seu conteúdo proposicional, enunciativo e também seu entorno histórico, político e ideológico. Percebemos neste trabalho que a BNCC é um resultado de um jogo de forças centrípetas e centrífugas, além de orientar-se de acordo com as demandas sociais, políticas e ideológicas de seu contexto de produção. Apesar de apresentar, em certos momentos, uma visão de leitura mais ampla e dialógica, a versão final do documento conduz para a formação de reconhecedores de estruturas, e não para a formação sujeitos que compreendem ativamente aquilo que leem.
dc.description.sponsorshipFundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/15441
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Estudos Linguísticos
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Linguística
dc.rightsopen access
dc.subjectBase Nacional Comum Curricular
dc.subjectleitura
dc.subjectensino médio
dc.subjectdialogismo
dc.subjectcírculo de Bakhtin
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqLinguística
dc.titleDIÁLOGOS NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: A LEITURA NO ENSINO MÉDIO EM FOCO
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis

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