Efeito do extrato de café verde (Coffea canephora) nas alterações morfofisiopatológicas colorretal e inflamatórias local e sistêmica, em modelo animal de carcinogênese

dc.contributor.advisor1Costa, André Gustavo Vasconcelos
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000000223936384
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5406130298857736
dc.contributor.authorSilva, Caroline Woelffel
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0003-2253-1905
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/1289045608775075
dc.contributor.referee1Costa, Neuza Maria Brunoro
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-4967-9937
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9592871700382838
dc.contributor.referee2Peluzio, Maria do Carmo Gouveia
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-4665-7043
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1094047271880074
dc.contributor.referee3Trivilin, Leonardo Oliveira
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000000230393269
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5723897284006298
dc.date.accessioned2024-05-30T00:49:39Z
dc.date.available2024-05-30T00:49:39Z
dc.date.issued2021-06-18
dc.description.abstractColorectal cancer (CCR) is the fourth most commonly diagnosed malignancy in the world. The inflammatory process and oxidative stress are responsible for the development of carcinogenesis. Thus, the objective was to evaluate the effect of the aqueous extract of green coffee in an in vivo model of colorectal carcinogenesis, through the morphophysiopathological changes of the colorectal mucosa and systemic inflammatory conditions. Forty-eight adult Wistar rats were divided into four groups (n = 12): C (healthy control fed AIN-93 M diet), T (CCR induced and fed AIN-93 M diet), CCV (healthy control fed with diet AIN-93 M + green coffee extract), TCV (induced to CCR and fed diet AIN-93 M + green coffee extract). Carcinogenesis was induced in the T and TCV groups with 1,2-dimethylhydrazine (55 mg/kg, seen subcutaneously, weekly) for five weeks. During induction, all groups received standard AIN-93 M diet. From week 6 to 15, experimental groups were fed their respective diets. At the end of the 10th week, four animals from each group were euthanized for data collection regarding the pre-neoplastic period. The remaining animals (n = 8 / group) stayed in the study until the end of the 15th week, in which an analysis of intestinal permeability was performed through 24-hour urine collection after administration of lactulose (100 mg / kg) and mannitol ( 50 mg/kg). Afterwards, the animals were euthanized and blood collected to analyze the profile of pro and anti-inflammatory cytokines and total antioxidant capacity (TAC). The contents of the large intestine were used for analysis of intraluminal pH, secretory immunoglobulin A (sIgA), and colorectal tissue for evaluation of macro and microscopic evaluations of the mucosa. Green coffee extract and cancer induction were not able to alter consumption, weight gain, and food and caloric efficiency coefficients. Intestinal pH was significantly higher in the CCV group compared to the TCV. Intestinal permeability was increased in the T group. The TCV group had the highest FCA count, being 51.1% higher compared to the T group. 66.67% from group T to group TCV, in relation to changes in growth there was a reduction of 33.33% and 20% of hyperplasia and dysplasia, respectively. There was no significant difference in the quantification of IgA between the experimental groups. And both TCV and T showed high values of total blood antioxidant capacity. It is concluded that the aqueous extract of green coffee was beneficial for intestinal permeability and controlled the development of neoplasms in the colorectal mucosa, without interfering with systemic inflammation, with 10 weeks of daily intake, reinforcing that green coffee reduces the risk of developing the colorectal carcinogenesis.
dc.description.resumoO câncer colorretal (CCR) é a quarta neoplasia maligna mais comumente diagnosticada no mundo. O processo inflamatório e o estresse oxidativo são mecanismos envolvidos no desenvolvimento da carcinogênese. Assim, objetivou-se avaliar o efeito do extrato aquoso de café verde em modelo in vivo de carcinogênese colorretal, por meio das alterações morfofisiopatológicas da mucosa colorretal e inflamatórias sistêmicas. Quarenta e oito ratos Wistar adultos foram divididos em quatro grupos (n=12): C (controle saudável alimentado com dieta AIN-93 M), T (induzidos ao CCR e alimentados com dieta AIN-93 M), CCV (controle saudável alimentado com dieta AIN-93 M + extrato de café verde), TCV (induzidos ao CCR e alimentados com dieta AIN-93 M + extrato de café verde). A carcinogênese foi induzida nos grupos T e TCV, com 1,2-dimetilhidrazina (55 mg/kg, viu subcutânea, semanalmente), durante cinco semanas. Durante a indução, todos os grupos receberam dieta padrão AIN-93 M. Da 6ª a 15ª semana, os grupos experimentais foram alimentados com suas respectivas dietas. Ao final da 10ª semana, quatro animais de cada grupo foram eutanasiados para coleta de dados referentes ao período pré-neoplásico. Os animais restantes (n=8/grupo) permaneceram no estudo até o final da 15ª semana, na qual realizou-se análise da permeabilidade intestinal por meio da coleta da urina de 24h após administração de lactulose (100 mg/kg) e manitol (50 mg/kg). Em seguida, os animais foram eutanasiados e coletados sangue para análise do perfil de citocinas pró e anti-inflamatórias e capacidade antioxidante total (CAT). O conteúdo do intestino grosso foi utilizado para análise do pH intraluminal, imunoglobulina A secretória (sIgA), e o tecido colorretal para avaliação das lesões macro e microscópicas da mucosa. O extrato de café verde e a indução do câncer não foram capazes de alterar o consumo, ganho de peso e coeficientes de eficiência alimentar e calórica. O pH intestinal foi significativamente maior no grupo CCV em comparação com o TCV. A permeabilidade intestinal encontrou-se aumentada no grupo T. O grupo TCV apresentou a maior contagem de FCA, sendo 51,1% maior em relação ao grupo T. A redução das alterações neoplásicas malignas foi de 42,84% e das benignas foi de 66,67% do grupo T para o grupo TCV, já em relação as alterações de crescimento houve redução de 33,33% e 20% das hiperplasias e displasias, respectivamente. Não se observou diferença significativa na quantificação de IgA entre os grupos experimentais. E tanto TCV quanto T mostraram valores elevados da capacidade antioxidante total sanguínea. Conclui-se que o extrato aquoso do café verde foi benéfico para a permeabilidade intestinal e controlou o desenvolvimento de neoplasmas em mucosa colorretal, sem interferência na inflamação sistêmica, com 10 semanas de ingestão diária, reforçando que o café verde diminui o risco de desenvolvimento da carcinogênese colorretal.
dc.description.sponsorshipFundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/14875
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Agrárias e Engenharias
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos
dc.rightsopen access
dc.subjectCarcinogênese experimental
dc.subjectimunidade
dc.subjectpermeabilidade intestinal
dc.subjectantioxidantes
dc.subjectantioxidantes
dc.subjectcafé verde
dc.subjectcafé verde
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqCiência e Tecnologia de Alimentos
dc.titleEfeito do extrato de café verde (Coffea canephora) nas alterações morfofisiopatológicas colorretal e inflamatórias local e sistêmica, em modelo animal de carcinogênese
dc.title.alternativeEffects of green coffee extract (Coffea canephora) on local and systemic changes, in an animal model of colorectal carcinogenesis.
dc.typemasterThesis

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