A força do riso como máquina de luta entre a atenção e o apego à vida: cartografias das aprendências em uma escola pública

dc.contributor.advisor1Carvalho, Janete Magalhaes
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4780081698750924
dc.contributor.authorLourenco, Suzany Goulart
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0002-4404-772X
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8212599454712113
dc.contributor.referee1Gallo, Silvio Donizetti de Oliveira
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2221-5160
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3808560029763904
dc.contributor.referee2Simoes, Regina Helena Silva
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-7554-3152
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6496906753146666
dc.contributor.referee3Lima, Alexandra Garcia Ferreira
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0001-8285-471X
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/3937685552665813
dc.contributor.referee4Ferraco, Carlos Eduardo
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/4231564319302829
dc.date.accessioned2024-05-29T22:11:52Z
dc.date.available2024-05-29T22:11:52Z
dc.date.issued2019-11-22
dc.description.abstractThis research aims to cartography traces that the laugh shows to the possibilities of attention to life and attachment to life in the curricula movements. Movements these that unfold themselves in learnincy among teachers and students in a public school. It indicates that the attention to life relate itself to a certain type of answer to the social requirement and that the attachment to life moves the thought beyond the intelligence, boosting – from the creating emotion – the movements and not only the shape. It defends the thesis that the strength of laughing intertwine with the learning process’ in the school’s composition plane, constituting ways of attention and attachment to life that displace the thought and potentialize the invention and the creating emotion. It uses mainly the proposition of Henri Bergson, Gilles Deleuze and Félix Guattari. Highlights the current political scenery as catastrophic in which generate serious micropolitical effects, since it propagates the insecurity and the fear of the collapse. It observes that, in this scenery, the laugh isn’t desirable, once it is expected that the automatism reigns and become accepted without delay. The more automatically it suits the commanding words, more pleasured will be the ones that feed on passivity. The study problematizes subjectivation process’ that subverts the Capitalistic times and laugh at the idea that all images are already taken beforehand, since the subjectivation process suffers subjection, but also resists. It wagers on laughing as a fight machine, as an assembling gesture of communistic curricular movements that opposes themselves to the Capitalistic reign, boosting an inventive effort. It cartographes the learnincy invented in the Horizon School, a primary school located in the city of Serra/ES, specifically in the neighborhood of New Horizon, using con-verse-action, observations, images and intervention to produce the cartography. It understands the cartography as a witchcraft because it is produced as a research of alliance and contagion, enabling make see different lines that crosses the subjectivation process, the block of intensity and the becoming. It also thinks the laughing and its potentialities to make visible the dreams of school of teachers and students, moving against the absolute certain and enabling to glimpse variations and displacing inherited habits. It concludes betting on the strength of the public school to conspire other possible worlds from the communistic weaving of curricula that enable the laugh to dance among faces, bringing to the surface, as in Don Quixote, the windmill, disturbing our sensorimotor schema and constituting infinite becomings.
dc.description.resumoEste trabalho objetiva cartografar indícios que o riso evidencia em relação às possibilidades da atenção à vida e do apego à vida nos movimentos curriculares, que se desdobram em aprendências com professores, professoras e crianças de uma escola pública. Indica que a atenção à vida se relaciona com um certo tipo de resposta às exigências sociais e o apego à vida movimenta o pensamento para além da inteligência, impulsionando, a partir da emoção criadora, aos movimentos e não simplesmente às formas. Defende a tese de que as forças do riso se entrelaçam aos processos aprendentes nos planos de composição da escola, constituindo modos de atenção e apego à vida que deslocam o pensamento e potencializam a invenção e a emoção criadora. Parte, principalmente, das proposições de Henri Bergson, Gilles Deleuze e Félix Guattari. Destaca o cenário político atual como catastrófico, o que gera graves efeitos micropolíticos, visto que propagam a insegurança e o medo do colapso. Observa que, nesse cenário, o riso não é desejado, pois se espera que o automatismo impere e que seja aceito sem delongas, uma vez que, quanto mais automaticamente houver uma adequação às palavras de ordem, mais satisfeitos estarão aqueles que se alimentam da passividade. O estudo problematiza processos de subjetivação que subvertem os tempos capitalísticos, que riem da ideia de que todas as imagens já estão dadas de antemão, uma vez que os processos de subjetivação passam por assujeitamentos, mas também por resistências. Aposta no riso como máquina de luta, como gesto agenciador de movimentos curriculares comunísticos que se opõem ao regime capitalístico, impulsionando um esforço inventivo. Cartografa as aprendências inventadas na Escola Horizontes, escola de ensino fundamental localizada no município de Serra/ES, mais especificamente no bairro Novo Horizonte, por meio de com-versas, observações, imagens e intervenções. Entende a cartografia como feitiçaria por ser produzida como uma pesquisa das alianças e dos contágios, possibilitando fazer ver diferentes linhas que atravessam os processos de subjetivação, os blocos de intensidades e de devires. Pensa ainda o riso e suas potencialidades na visibilização dos sonhos de professores e alunos em relação à escola, indo de encontro às certezas absolutas e permitindo vislumbrar variações e se deslocando dos hábitos adquiridos. Conclui pela força da escola pública como possibilidade de conspirar outros mundos possíveis a partir das tessituras comunísticas dos currículos que fazem um riso bailar nos rostos, trazendo à tona, como em Dom Quixote, o moinho de vento, perturbando nossos esquemas sensório-motores e constituindo devires ao infinito.
dc.description.sponsorshipFundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/13633
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseDoutorado em Educação
dc.publisher.departmentCentro de Educação
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação
dc.rightsopen access
dc.subjectCurrículo
dc.subjectAprendizagem
dc.subjectRiso
dc.subjectInvenção
dc.subjectEmoção Criadora
dc.subjectLearning
dc.subjectLaugh
dc.subjectInvention
dc.subjectCreating emotion
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqEducação
dc.titleA força do riso como máquina de luta entre a atenção e o apego à vida: cartografias das aprendências em uma escola pública
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typedoctoralThesis

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