QUESTÕES de Raça, Gênero e Classe na Tradução de “diário de Bitita”, de Carolina Maria de Jesus

bibo.pageEnd210
dc.contributor.advisor1Schiffler, Michele Freire
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/000000019198468X
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9912476303376712
dc.contributor.authorPedrotti, Jacopo
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0001-5746-5528
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/
dc.contributor.referee1Caser, Maria Mirtis
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-9247-8199
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1341358191671907
dc.contributor.referee2Faria, Carla Valeria de Souza
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0003-0297-1700
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7036520239525807
dc.date.accessioned2024-05-30T00:49:20Z
dc.date.available2024-05-30T00:49:20Z
dc.date.issued2021-05-14
dc.description.abstractThe thesis has the aim to present the translation of Diário de Bitita by Carolina Maria de Jesus, which work reflects on the disparities undermining Brazil and lived by the author herself. The translation is forerun by a critic exegesis to contextualize it through the analysis of the Brazilian society. Particularly, the contextualization is made by analyzing the concepts of race and classes, highlighting the structural racism encroaching upon it and through the concept of gender by the intersectionality that leads feminism to new developments. The theories of postcolonial and feminist translations are at the basis of the translation, in the same way as the linguistic activism; on account of that, we can operate on the text to introduce in the Italian framework a new awareness of the words used to refer to Afro-descendant populations.
dc.description.resumoA presente pesquisa visa apresentar a tradução para o italiano de Diário de Bitita, de Carolina Maria de Jesus, obra que reflete as desigualdades que assolam o Brasil e que marcaram a vida da escritora. A tradução é precedida por um amplo aparato teórico-crítico que permite contextualizar a obra em tradução, analisando a sociedade brasileira nas questões raciais e de classe, com o racismo estrutural que a permeia, e de gênero, com a interseccionalidade trilhando novos caminhos para o feminismo. A tradução se baseia em teorias da tradução pós-coloniais e feministas, que junto a uma forma de ativismo linguístico, nos permitem agir sobre o texto para poder introduzir no contexto italiano novos cuidados com as palavras que se utilizam para se referir às populações afrodescendentes.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/14614
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Letras
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letras
dc.rightsopen access
dc.subjectCarolina Maria de Jesus
dc.subjectDiário de Bitita
dc.subjecttranslation
dc.subjectstructural racism
dc.subjectintersectionality
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqLetras
dc.titleQUESTÕES de Raça, Gênero e Classe na Tradução de “diário de Bitita”, de Carolina Maria de Jesus
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis

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