Dieta rica em frutose piora a variabilidade da frequência cardíaca e estresse oxidativo no infarto agudo do miocárdio experimental

bibo.pageEnd86
dc.contributor.advisor1Meyrelles, Silvana dos Santos
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-0167-4093
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7731215198101947
dc.contributor.authorLirio, Layla Mendonça
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0009-0006-4382-5338
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/0393668173779115
dc.contributor.referee1Stefanon, Ivanita
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2638-5183
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8456612999765726
dc.contributor.referee2Soares, Aurelia Araujo Fernandes
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000000199451909
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5478728158150003
dc.contributor.referee3Padilha, Alessandra Simão
dc.contributor.referee3IDhttps://orcid.org/0000-0002-9585-1347
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7658998034219799
dc.contributor.referee4Meira, Eduardo Frizzera
dc.contributor.referee4IDhttps://orcid.org/0000-0002-0210-4319
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/9651828257315064
dc.date.accessioned2024-05-30T00:52:55Z
dc.date.available2024-05-30T00:52:55Z
dc.date.issued2021-12-20
dc.description.abstractThe change in the population's dietary pattern in recent years, opting for the consumption of industrialized products and the food industry school for sweetening products with fructose, seems to be related to the increase in cases of metabolic alterations in the population. In addition, some of the metabolic changes are risk factors, as well as inadequate nutrition, for the development of cardiovascular diseases and the occurrence of acute events, such as myocardial infarction. Our hypothesis, therefore, is that high fructose consumption for a long period of time in normotensive animals interferes with hemodynamic and metabolic parameters and in the production of reactive oxygen species after myocardial infarction. Methods: Wistar rats aged 6 weeks were treated with water or fructose (10%) for 7 weeks, in the seventh week, ligation of the left anterior descending coronary artery was introduced, the treatment with fructose suspended and followed for seven days. Capillary blood glucose was assessed weekly and at the end of the protocol, glucose tolerance and insulin sensitivity tests were performed in the seventh week and not the seventh day after the infarction. Catheterization of the femoral artery was performed for invasive assessment of blood pressure and heart rate, and of the carotid artery for assessment of hemodynamic parameters of the left ventricle, both performed on the seventh day after the infarction. Lean mass, abdominal fat and visceral weight were measured. And the animals' blood was collected for biochemical analysis and evaluation of the production of reactive oxygen species. Results: glycemia was shown to be increased in animals that consume the fructose diet, these animals also added greater insulin resistance and lower glucose tolerance, worsening after 7 days of infarction. An increase in left ventricular systolic pressure and a reduction in heart rate variability were obtained in the fructose-treated group. There was an increase in serum triglyceride levels and in the production of reactive oxygen species in this same group. Conclusions: We demonstrate that a high fructose diet promotes changes in triglyceride levels, insulin sensitivity, glucose tolerance, increased left ventricular pressure after myocardial infarction, reduced heart rate variability and increased production of reactive species of oxygen. Suggesting that a diet rich in fructose worsens cardiac muscle adaptation to myocardial infarction.
dc.description.resumoA mudança no padrão alimentar da população nos últimos anos, optando por consumo de industrializados e a escola da indústria alimentícia por adoçar os produtos com frutose, parece estar relacionada com o aumento de casos de alterações metabólicas. Além disso, algumas das alterações metabólicas são fatores de risco, assim como a alimentação inadequada, para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e a ocorrência de eventos agudos, como o infarto do miocárdio. Nossa hipótese, portanto, é de que o consumo elevado de frutose por um longo período de tempo em animais normotensos interfere nos parâmetros hemodinâmicos, metabólicos e na produção de espécies reativas de oxigênio, após infarto do miocárdio. Métodos: ratos Wistar com idade de 6 semanas foram tratados com água ou frutose (10%) durante 7 semanas. Na sétima semana, os animais dos grupos Frutose Infarto e Controle Infarto foram submetidos à ligadura da artéria coronária descendente anterior esquerda, enquanto os animais do grupo Sham Controle e Sham Frutose foram submetidos à cirurgia fictícia. A partir das cirurgias os animais de todos os grupos foram tratados com ração padrão e água e acompanhados por sete dias. A glicemia capilar foi avaliada semanalmente e ao final do protocolo, os testes de tolerância a glicose e sensibilidade à insulina foram realizados na sétima semana e no sétimo dia após infarto. Foi realizado cateterismo da artéria femoral, para avaliação invasiva da pressão arterial e frequência cardíaca, e da artéria carótida para avaliação de parâmetros hemodinâmicos do ventrículo esquerdo, ambos realizados no sétimo dia após infarto. Foram aferidos massa magra, gordura abdominal e peso das vísceras. O sangue dos animais foram coletados para análises bioquímicas e avaliação da produção de espécies reativas de oxigênio. Resultados: a glicemia apresentou-se aumentada nos animais que consumiram a dieta com frutose. Esses animais também apresentaram maior resistência à insulina e menor tolerância a glicose, com piora após 7 dias de infarto. Foi identificado aumento na pressão sistólica do ventrículo esquerdo e redução na variabilidade da frequência cardíaca no grupo tratado com frutose. Houve aumento nos níveis séricos de triglicerídeos e na produção de espécies reativas de oxigênio desse mesmo grupo. Conclusões: Demonstramos que a dieta rica em frutose promove perda de peso ponderal pós infarto, aumento nos níveis de triglicerídeos, na sensibilidade à insulina, na tolerância à glicose, aumento da pressão ventricular esquerda após infarto do miocárdio, redução da variabilidade da frequência cardíaca e aumento da produção de espécies reativas de oxigênio. Nossos resultados sugerem que uma dieta prévia com frutose interfere nos parâmetros hemodinâmicos, metabólicos e bioquímicos, após infarto do miocárdio, sugerindo prejuízo na adaptação do músculo cardíaco ao infarto do miocárdio.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/15718
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseDoutorado em Ciências Fisiológicas
dc.publisher.departmentCentro de Ciências da Saúde
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas
dc.rightsopen access
dc.subjectFrutose
dc.subjectinfarto do miocárdio
dc.subjectestresse oxidativo
dc.subjectdistúrbios metabólicos
dc.subjectparâmetros hemodinâmicos
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqFisiologia
dc.titleDieta rica em frutose piora a variabilidade da frequência cardíaca e estresse oxidativo no infarto agudo do miocárdio experimental
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typedoctoralThesis

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