Por uma genealogia em que a educação ambiental é potência na formação dos membros de comitês de bacias hidrográficas

dc.contributor.advisor1Ferreira, Martha Tristão
dc.contributor.authorRabelo, Denise Lima
dc.contributor.referee1Jacobi, Pedro Roberto
dc.contributor.referee2Ferraço, Carlos Eduardo
dc.contributor.referee3Carvalho, Janete Magalhães
dc.date.accessioned2016-08-29T11:11:47Z
dc.date.available2016-07-11
dc.date.available2016-08-29T11:11:47Z
dc.date.issued2011-11-18
dc.description.abstractIt is the water sheds committees' duty, as defined in the National and State Water Resources Policy, the management of water resources in the sheds' coverage area. For so, the Law also stated the main necessary instruments to the materialization of that management, that being: the water resources' plans, the framework, the charging, the permit and the informations system. Formed by equal number of representatives of the organized civil society, executive power and users, the committee is elected for one mandate that can vary to two or four years in Espírito Santo's State, and it acts in a highly complex environment, once the instruments are not consolidated. What knowledge does the committee, as a community, need in order to handle that management? What knowledge do its members bring to that shared and participative management? The research made with the Watershed Committee of Rio Guandu, through a dynamic participation of the committee, a conversation with its members and the documental analysis, sought the composition of a map, in which the cartography takes the future and the present time into account, essentially. From an understanding of knowledge as genealogy, as suggested by Foucault, it suggests "the coupling of scholar knowledge and local memories, coupling that allows the constitution of a knowledge of fights and the utilization of that knowledge in current tactics." In that manner, Environmental Education is the power to this "water parliament's" formation, once it defends "the appreciation of local knowledge, uncontinuous, disqualified, unlegitimate, as legitimate knowledge - and in development - as the scientifical knowledge", as Tristão points out.eng
dc.description.resumoCabe aos comitês de bacias hidrográficas, conforme disposto nas Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos, a gestão dos recursos hídricos na área de abrangência da bacia. Para tanto, a Lei definiu também os principais instrumentos necessários à materialização dessa gestão, a saber: os planos de recursos hídricos, o enquadramento, a cobrança, a outorga e o sistema de informações. Formado por igual número de representantes dos segmentos da sociedade civil organizada, poder executivo e usuários, o comitê é eleito para um mandato que pode variar de dois a quatro anos no estado do Espírito Santo, e atua num ambiente de grande complexidade, uma vez que os instrumentos não estão consolidados. O comitê, enquanto uma comunidade necessita de que saberes para dar conta dessa gestão? Que saberes seus membros trazem para esse espaço de gestão compartilhada e participativa? A pesquisa realizada com o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Guandu, por meio da participação na dinâmica do comitê, de uma conversa com seus membros e da análise documental, procurou a composição de um mapa, em que a cartografia considera o devir e o tempo presente, num platô de pura imanência. A partir de uma compreensão do conhecimento como genealogia, conforme proposto por Foucault, se sugere o acoplamento dos conhecimentos eruditos e das memórias locais, acoplamento que permite a constituição de um saber de lutas e a utilização desse saber nas táticas atuais. Desta forma, a Educação Ambiental é potência para a formação desse parlamento das águas, uma vez que defende a valorização dos saberes locais, descontínuos, desqualificados, não legitimados, como saberes tão legítimos e em construção quanto o saber científico, conforme aponta Tristão.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/2341
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Educação
dc.publisher.departmentCentro de Educação
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação
dc.rightsopen access
dc.subjectWatershed Committeeeng
dc.subjectFormationeng
dc.subjectGenealogyeng
dc.subjectEnvironmental educationeng
dc.subjectCareeng
dc.subjectCuidadopor
dc.subjectComitê de Bacia Hidrográficapor
dc.subjectFormaçãopor
dc.subjectGenealogiapor
dc.subject.br-rjbnBacias hidrográficas - Política governamental
dc.subject.br-rjbnRecursos hídricos - Política governamental
dc.subject.br-rjbnEducação ambiental
dc.subject.cnpqEducação
dc.subject.udc37
dc.titlePor uma genealogia em que a educação ambiental é potência na formação dos membros de comitês de bacias hidrográficas
dc.typemasterThesis

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