Impacto das mudanças climáticas em pequenos mamíferos de dois hotspots de biodiversidade

dc.contributor.advisor1Leite, Yuri Luiz Reis
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000000202488738
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8973606745193293
dc.contributor.authorEvaldt, Bruno Henrique de Castro
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0000-0003-0362-1710
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5835202246326996
dc.contributor.referee1Gregorini, Marina Zanin
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7112-7381
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1211078325965220
dc.contributor.referee2Grelle, Carlos Eduardo de Viveiros
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-8586-8655
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5203629575707079
dc.date.accessioned2024-05-30T00:49:42Z
dc.date.available2024-05-30T00:49:42Z
dc.date.issued2021-08-31
dc.description.abstractClimate change is the unprecedented change in the weather pattern across global and regional scales in a short period due to human activities, and it is expected that it will drive changes in the distribution of species across the globe. Our goal was to analyze how climate change impacts the distribution of species and how species characteristics can affect those changes. To do so, we used the maximum entropy (Maxent) algorithm to model the distribution in the present and four future scenarios for 40 species of non-volant small mammals from the Atlantic Forest and Cerrado biomes. We found that all future scenarios have a significant difference from the present, whereas species will gradually lose more area depending on the scenario, from the most optimistic Representative Concentration Pathway (RCP 2.6) to the most pessimistic (RCP 8.5). Species from the Cerrado will have greater area reduction than species from the Atlantic Forest, and as a consequence, the Cerrado will have proportionally more threatened species than the Atlantic Forest. Species that occur in both biomes will lose proportionally less area than those endemic to the Cerrado but more area than those endemic to the Atlantic Forest. Average elevation will increase in every scenario analyzed and species that occupy higher elevations today will lose more area in the future. We found no relationship between niche breadth or body mass and climate change vulnerability, or differences among clades or locomotion modes. Thus, small mammal species will be negatively impacted by climate change, but the degree of the impact depends on the trajectory of greenhouse gas concentrations. Intrinsic characteristics of the species seem to be less important to predict the vulnerability to climate change than extrinsic characteristics, such as where it occurs, both geographically and in terms of elevation.
dc.description.resumoO termo mudanças climáticas se refere às mudanças sem precedentes no padrão climático em escalas globais e regionais em um curto período devido às atividades humanas. Uma das consequências esperadas desse fenômeno é a alteração na distribuição das espécies em todo o globo. Nosso objetivo foi analisar como as mudanças climáticas impactam a distribuição das espécies e como as características das espécies podem servir de parâmetro para o grau de impacto. Para isso, usamos o algoritmo de entropia máxima (Maxent) para modelar a distribuição no cenário presente e em quatro cenários futuros para 40 espécies de pequenos mamíferos não-voadores dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. Encontramos que todos os cenários futuros têm uma diferença significativa em relação ao presente, com as espécies gradualmente perdendo mais área dependendo do cenário, desde o cenário mais otimista (RCP 2.6) até o mais pessimista (RCP 8.5). Espécies do Cerrado terão maior redução de área do que espécies da Mata Atlântica, e consequentemente, o Cerrado terá proporcionalmente mais espécies ameaçadas do que a Mata Atlântica. As espécies que ocorrem em ambos os biomas perderão proporcionalmente menos área do que as endêmicas do Cerrado, mas mais área do que as endêmicas da Mata Atlântica. A elevação média aumentará em todos os cenários analisados e as espécies que ocupam altitudes mais elevadas hoje perderão mais área no futuro. Não encontramos nenhuma relação entre a amplitude de nicho ou massa corporal e vulnerabilidade às mudanças climáticas, ou diferenças entre clados ou modos de locomoção. Assim, as espécies de pequenos mamíferos serão impactadas negativamente pelas mudanças climáticas, mas o grau do impacto depende da trajetória das concentrações de gases de efeito estufa. As características intrínsecas das espécies parecem ser menos importantes para prever a vulnerabilidade às mudanças climáticas do que as características extrínsecas, como onde ocorrem, tanto geograficamente quanto em termos de altitude.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/14925
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Biologia Animal
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Biologia Animal)
dc.rightsopen access
dc.subjectModelagem de nicho ecológico
dc.subjectRodentia
dc.subjectDidelphimorphia
dc.subjectconservação
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqZoologia
dc.titleImpacto das mudanças climáticas em pequenos mamíferos de dois hotspots de biodiversidade
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis

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