Corpos luminosos, passageiros na noite : três ensaios sobre as resistências das imagens e dos corpos na pista de dança

dc.contributor.advisor1Domingues, Leila
dc.contributor.authorLima, Haroldo Ferreira
dc.contributor.referee1Vieira Junior, Erly Milton
dc.contributor.referee2Rodrigues, Alexsandro
dc.contributor.referee3Sebastião Junior, Acácio Augusto
dc.date.accessioned2018-08-01T23:41:12Z
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T23:41:12Z
dc.date.issued2016-08-29
dc.description.abstractThis dissertation gathers essays about the persistence of the ways that images and bodys make us feel and act in the city. The essays seek to awake a desire of resistance and life on the present. The first one talks about a photographic practice triggered by the June happening, the afects and relations produced by being on the street, fighting the powers that try to enclosure us. The movie Madame Satã (2002) is analyzed on the second essay. With its images we pursue glorious sensations to establish a interference capable of eliciting other ways of living in the city. The interference proposal is presented in the third essay through the device-carnival-block Amigos da Onça, an action of the Onça Colective and the Laboratório de Imagens da Subjetividade (Images of Subjective Laboratory) in the Vitória's carnival of 2016. With the block we tried to create a dancefloor in the city to populate the bodys and the urban with a queer animality. The essays are introduced with narrative practices experienced with the sensations sparked by the research between friends and, above all, with the desire of move, in a dance, the survivor of minority bodies in the night.
dc.description.resumoEste trabalho reúne ensaios sobre a persistência das imagens e dos corpos em nos fazer sentir e agir na cidade. Eles buscam despertar um desejo de resistência e de vida no presente. O primeiro deles trata de uma prática fotográfica disparada pelo acontecimento junho e os afetos e as relações possibilitados pelo estar na rua, na luta, avançando sobre os poderes que tentam nos enclausurar. O filme Madame Satã (2002) é trabalhado no segundo texto. Com as imagens dele, buscamos sensações gloriosas para estabelecer uma interferência disparadora de outros modos de vida na cidade. A proposta de interferência é apresentada no terceiro ensaio a partir do dispositivo-bloco Amigos da Onça, ação do Coletivo da Onça e do Laboratório de Imagens da Subjetividade no carnaval de Vitória deste ano. Com ele, tentamos evocar uma pista de dança na cidade para povoar os corpos e o urbano com uma animalidade queer. Os ensaios são introduzidos por práticas narrativas experimentadas com as sensações disparadas pelo pesquisar entre amigos e, sobretudo, com o desejo de fazer mover, numa dança, a sobrevivência de corpos minoritários na noite.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/8995
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucional
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucional
dc.rightsopen access
dc.subjectSubjetividadepor
dc.subject.br-rjbnFotografia
dc.subject.br-rjbnCinema
dc.subject.br-rjbnTeoria queer
dc.subject.br-rjbnMovimentos de protesto
dc.subject.br-rjbnArtes e sociedade
dc.subject.br-rjbnCarnaval
dc.subject.cnpqPsicologia
dc.subject.udc159.9
dc.titleCorpos luminosos, passageiros na noite : três ensaios sobre as resistências das imagens e dos corpos na pista de dança
dc.typemasterThesis

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