Somos quase felizes : movimentos do desejo em tempos de ansiolítico

dc.contributor.advisor1Machado, Leila Aparecida Domingues
dc.contributor.authorMartins, Ruy Anderson Santos
dc.contributor.referee1Lavrador, Maria Cristina Campello
dc.contributor.referee2Costa, Luciano Bedin da
dc.date.accessioned2014-11-17T18:50:30Z
dc.date.available2014-11-17T18:50:30Z
dc.date.issued2013-04-12
dc.date.submitted2013-04-12
dc.description.abstractCe document porte sur les modes de vie dans des pratiques contemporaines en ce qui concerne l’usage des anxiolytiques. Nous proposons une approche de recherche qui ne cherche pas à découvrir des vérités, mais l’écoute et l'écriture des sensibilités plus actuelles. J’ai choisi le cinéma et l’entretien, intercesseurs de ce travail, afin de montrer des idées nouvelles qui s’expriment sur ce thème. Les films La peau qui m’habite (A pele que habito), Medianeras et Le clown (O palhaço), ainsi que deux interviews avec des utilisateurs d'anxiolytiques, forment le corps de cette recherche. Des analyses et l’écoute dans ce domaine, nous ont conduit à une discussion entre les moyens paradoxaux de la vie qui nous plongent dans un rythme de plus en plus rapide et qui peuvent provoquer des maladies - résultat des forces capitalistes, de la technologie et des médias – et produisent également le désir de sensations anesthésiantes du corps afin de résister à la saturation où nous y sommes. Ceux qui ne supportent plus les styles urbains de la vie et ont envie d’une nouvelle éthique face à celle là; une politique de refus de nouveaux rythmes. Une discussion basée sur Deleuze et Guattari, et les auteurs Nietzsche, Spinoza et Foucault.fre
dc.description.resumoO presente trabalho versa sobre modos de vida no contemporâneo referente às práticas em torno de medicamentos ansiolíticos. Propomos um modo de pesquisa que não visa a descoberta de verdades, mas a escuta e a escrita das sensibilidades em processo na atualidade. Apropriamo-nos do cinema e da entrevista, intercessores deste trabalho, para dar vazão às vozes que se proferem em torno dessa temática. Os filmes: A pele que habito, Medianeras e O palhaço, somado a duas entrevistas com usuários de ansiolíticos, compõe o corpo desta pesquisa. As análises e a escuta deste campo nos levaram a uma discussão paradoxal entre modos de vida os quais, ao mesmo tempo em que nos lança em ritmos cada vez mais velozes e adoecedores - resultado das forças capitalísticas, tecnológica e midiática – também produzem desejo de anestesiamento do corpo, para suportar a saturação a qual nos encontramos. Corpos que não têm agüentado mais os novos ritmos de vida e, por isso, pedem uma nova ética, uma política de recusa aos ritmos estafantes. Uma discussão com base nos autores Deleuze, Guattari, Nietzsche, Spinoza e Foucault.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/1099
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucional
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucional
dc.rightsopen access
dc.subjectSubjetividadepor
dc.subjectClínicapor
dc.subjectÉticapor
dc.subjectCinemapor
dc.subject.br-rjbnSubjetividade
dc.subject.br-rjbnPsicologia clínica
dc.subject.br-rjbnÉtica
dc.subject.br-rjbnCinema
dc.subject.cnpqPsicologia
dc.subject.udc159.9
dc.titleSomos quase felizes : movimentos do desejo em tempos de ansiolítico
dc.typemasterThesis

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