TECEDURAS DE UMA CLÍNICA GRUPAL DECOLONIAL COM MULHERIDADES
| dc.contributor.advisor1 | Louzada, Ana Paula Figueiredo | |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0003-2292-7037 | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4110883018062413 | |
| dc.contributor.author | Brandao, Danielen Fernandes | |
| dc.contributor.authorID | https://orcid.org/ | |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/ | |
| dc.contributor.referee1 | Cesar, Janaina Mariano | |
| dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/0000-0001-6532-1380 | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/6837127144059829 | |
| dc.contributor.referee2 | Silva, Roseane Amorim da | |
| dc.contributor.referee2ID | https://orcid.org/0000-0002-1454-0417 | |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/6158073027986310 | |
| dc.date.accessioned | 2024-05-30T01:41:14Z | |
| dc.date.available | 2024-05-30T01:41:14Z | |
| dc.date.issued | 2022-12-15 | |
| dc.description.abstract | What emerges when we invite womanhood to get in touch with their corporeities? In our training and research trajectory, we have heard a lot about experiences of violence that have resulted in the expropriation of the body-territory itself, with lines of worthlessness and disqualification. Thus, with an ethical-political urgency in the production of care for womanhood in their intersections, we intend to produce a group clinic that would be a space for listening, welcoming and care; at the same time that it tensioned colonialities and contributed to the (re)appropriation of their bodies-territories. For this, we weave a feminist epistemological network that formed the basis of our practices, lining up concepts of decolonial feminism, black feminism, transfeminism and the knowledge of indigenous women, having as references María Lugones, Grada Kilomba, Letícia Nascimento and Geni Núñez among others. To compose our methodological trails, we took cartography and genealogy woven together with situationality and the coloniality/modernity line, performing epistemic turns with the exercise of Situating Psychology and Situate, considering that a clinic with and between womenhood is done in a perspective ethics-aesthetics-politics-situated. Finally, we composed clinical/artistic tools for the group meetings based on the poetic matrices of Butô dance in a forge between psychology, art and activism. We experimented with the group device the (re)encounter of womenhood with their bodies-territories and the experimentation of a curative groupality. | |
| dc.description.resumo | O que emerge quando convidamos as mulheridades a entrarem em contato com suas corporeidades? Em nossa trajetória de formação e pesquisa, muito escutamos de experiências de violência que deixaram como efeitos a desapropriação do próprio corpo-território, com linhas de desvalia e desqualificação. Assim, com uma urgência ética-política na produção de cuidado às mulheridades em suas intersecções, intentamos produzir uma clínica grupal que fosse espaço de escuta, acolhimento e cuidado; ao mesmo tempo que tensionasse as colonialidades e contribuísse na (re)apropriação de seus corpos-territórios. Tecemos para isso, uma rede epistemológica feminista que compôs o solo de nossas práticas, alinhavando conceitos do feminismo decolonial, do feminismo negro, do transfeminismo e dos saberes das mulheres indígenas. Tendo como referências María Lugones, Grada Kilomba, Letícia Nascimento, Geni Núñez, dentre outras. Para compor nossas trilhas metodológicas, tomamos cartografia e genealogia tramadas junto a situacionalidade e a linha colonialidade/modernidade, realizando giros epistêmicos com o exercício do Situar da Psicologia e do Situar-me, considerando que uma clínica com e entre mulheridades se faz em uma perspectiva ética-estética-política-situada. Por fim, compusemos para os encontros grupais ferramentas clínicas/artísticas a partir das matrizes poéticas da dança Butô em uma forja entre a psicologia, arte e ativismo. Experimentamos com o dispositivo grupal o (re)encontro das mulheridades com seus corposterritórios e a experimentação de uma grupalidade curadora. | |
| dc.description.sponsorship | Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | |
| dc.format | Text | |
| dc.identifier.uri | https://dspace5.ufes.br/handle/10/16638 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal do Espírito Santo | |
| dc.publisher.country | BR | |
| dc.publisher.course | Mestrado em Psicologia Institucional | |
| dc.publisher.department | Centro de Ciências Humanas e Naturais | |
| dc.publisher.initials | UFES | |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Psicologia Institucional | |
| dc.rights | open access | |
| dc.subject | Clínica Grupal | |
| dc.subject | Decolonialidade | |
| dc.subject | Mulheridades | |
| dc.subject | Arte | |
| dc.subject.br-rjbn | subject.br-rjbn | |
| dc.subject.cnpq | Psicologia | |
| dc.title | TECEDURAS DE UMA CLÍNICA GRUPAL DECOLONIAL COM MULHERIDADES | |
| dc.title.alternative | title.alternative | |
| dc.type | masterThesis |
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