Efeito do consumo de hidrolisado de clara de ovo sobre as alterações cardíacas promovidas pela exposição ao cloreto de cobre (cucl2) em ratos
| dc.contributor.advisor1 | Simões, Maylla Ronacher | |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0003-1395-3938 | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1541901247205779 | |
| dc.contributor.author | Filetti, Filipe Martinuzo | |
| dc.contributor.referee1 | Bissoli, Nazare Souza | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8865368585732583 | |
| dc.contributor.referee2 | Padilha, Alessandra Simão | |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/7658998034219799 | |
| dc.contributor.referee3 | Wiggers, Giulia | |
| dc.contributor.referee4 | Castro, Marta Miguel | |
| dc.date.accessioned | 2024-05-30T00:53:14Z | |
| dc.date.available | 2024-05-30T00:53:14Z | |
| dc.date.issued | 2022-05-13 | |
| dc.description.abstract | Copper (Cu) is an essential element for homeostasis and the functioning of living organisms, but in excess it promotes systemic harmful effects. According to regulatory agencies, copper consumption should be 0.9 mg/day for adults, with 10 mg/day being considered the maximum tolerable dose in humans. Copper toxicity is related to the production of Reactive Oxygen Species (ROS), leading to the occurrence of cardiovascular diseases. In this context, the bioactive peptides derived from the egg white hydrolyzate (EWH) have important antioxidant activity, neutralizing free radicals, and anti-inflammatory activity, which can act in several diseases. We aimed to evaluate the cardiovascular effects of exposure to the recommended daily dose (13 µg/Kg/day), the maximum tolerable intake dose (0.14 mg/Kg/day) and twice the tolerable dose (0.28 mg/Kg/day) of copper for 4 weeks, for this we use copper chloride diluted in saline vehicle, and then assess whether EWH consumption is able to attenuate these effects. We evaluated the effects of copper in the following experimental groups: Cu 0.13 µg/Kg/day, Cu 0.14 mg/Kg/day and Cu 0.28 mg/kg/day, via i.p. for 4 weeks, the Ct group received 0.9% saline via i.p. Our results showed that exposure to doses of 13 µg, 0.14 and 0.28 mg/Kg/day of copper did not change body weight gain, vascular reactivity and did not change the mass of cardiac chambers, however we identified that exposure to doses of copper 0.14 and 0.28 mg/Kg/day of copper reduced the force of contraction of papillary muscles and impaired cardiac contraction regulatory mechanisms such as temporal force derivatives, inotropic response to extracellular calcium and isoproterenol, indirect assessment of transsarcolemmal calcium influx and contractile protein affinity. Although the dose of 0.14 mg/Kg/day of copper is considered safe, our results showed harm caused by this exposure, so we determined this dose to assess whether EWH could prevent these effects, so we performed these studies again with the following groups: Ct, Cu, Ct-EWH and Cu-EWH. Treatment with EWH (1 g/Kg/day) proved to be effective in preventing the toxic effects of copper. Exposure to copper and/or EWH did not alter the animals' systolic blood pressure, body weight gain and did not alter the mass of the cardiac chambers. The consumption of EWH in animals exposed to copper prevented the reduction of the force of cardiac contraction, of the temporal derivatives of force, of the inotropic response to calcium and to Isoproterenol, of the indirect evaluation of the transsarcolemmal calcium influx. Myosin ATPase activity was reduced by copper exposure, however this effect was reversed by EWH consumption. The “in situ” detection showed an increase of O2•- and OH• in the papillary muscles of animals that received copper, while the animals that received copper and EWH showed formation of free radicals similar to the controls. EWH increased the activity of the antioxidant enzymes SOD and catalase in control and copper exposed animals. The expressions of SOD, Catalase and NCX were not altered, the expression of SERCA-2a increased in the Cu-EWH group. We conclude that EWH can be considered a functional food ingredient to be used as a therapeutic tool in the treatment of damage induced by copper exposure. | |
| dc.description.resumo | O cobre (Cu) é um elemento essencial para a homeostase e o funcionamento dos organismos vivos, mas em excesso promove efeitos prejudiciais sistêmicos. De acordo com as agências reguladoras o consumo de cobre deve ser de 0,9 mg ao dia para adultos, sendo que 10 mg/dia é considerada a dose máxima tolerável em humanos. A toxicidade do cobre está relacionada com a produção das Espécies Reativas de Oxigênio (EROs), levando a ocorrência de doenças cardiovasculares. Neste contexto, os peptídeos bioativos derivados do hidrolisado da clara de ovo (HCO) apresentam importante atividade antioxidante, neutralizando radicais livres, e anti-inflamatória podendo atuar em diversas doenças. Objetivamos avaliar os efeitos cardiovasculares da exposição à dose diária recomendada (13 µg/Kg/dia), à dose máxima de ingestão tolerável (0,14 mg/Kg/dia) e ao dobro da dose tolerável (0,28 mg/Kg/dia) de cobre por 4 semanas, para isso utilizamos o cloreto de cobre diluído no veículo salina, e em seguida, avaliar se o consumo de HCO é capaz de atenuar estes efeitos. Avaliamos os efeitos do cobre nos seguintes grupos experimentais: Cu 0,13 µg/Kg/dia, Cu 0,14 mg/Kg/dia e Cu 0,28 mg/Kg/dia, todos via i.p. durante 4 semanas, o grupo Ct recebeu salina 0.9% via i.p. Nossos resultados mostraram que a exposição as doses de 13 µg, 0,14 e 0,28 mg/Kg/dia de cobre não alterou o ganho de peso corporal, a reatividade vascular e não alterou a massa das câmaras cardíacas, entretanto identificamos que a exposição às doses de 0,14 e 0,28 mg/Kg/dia de cobre reduziram a força de contração de músculos papilares e prejudicaram os mecanismos reguladores da contração cardíaca como as derivadas temporais de força, a resposta inotrópica ao cálcio extracelular e ao Isoproterenol, a avaliação indireta do influxo de cálcio transsarcolemal e a afinidade das proteínas contráteis. Apesar da dose de 0,14 mg/Kg/dia de cobre ser considerada segura, nossos resultados mostraram prejuízos causados por essa exposição, por tanto determinamos esta dose para avaliar se o HCO poderia prevenir estes efeitos, então realizamos novamente estes estudos com os seguintes grupos: Ct, Cu, Ct-HCO e Cu-HCO. O tratamento com HCO (1 g/Kg/dia) se mostrou eficaz para a prevenção dos efeitos tóxicos do cobre. A exposição ao cobre e/ou HCO não alterou a pressão arterial sistólica dos animais, o ganho de peso corporal e não alterou a massa das câmaras cardíacas. O consumo do HCO em animais expostos ao cobre preveniu a redução da força de contração cardíaca, das derivadas temporais de força, da resposta inotrópica ao cálcio e ao Isoproterenol, da avaliação indireta do influxo de cálcio transsarcolemal e reduziu o estresse oxidativo. A atividade da ATPase miosínica foi reduzida pela exposição ao cobre, todavia este efeito foi revertido pelo consumo de HCO. A detecção “in situ” mostrou aumento de O2 •- e OH• nos músculos papilares de animais que receberam cobre, enquanto os animais que receberam cobre e HCO apresentaram formação de radicais livres semelhantes aos controles. O HCO aumentou a atividade das enzimas antioxidantes SOD e catalase nos animais controles e expostos ao cobre. As expressões da SOD, da Catalase e do NCX não foram alteradas, a expressão da SERCA-2a aumentou no grupo Cu-HCO. Concluímos que o HCO pode ser considerado um ingrediente em alimentos funcionais a ser utilizado como ferramenta terapêutica no tratamento de danos induzidos pela exposição ao cobre. | |
| dc.description.sponsorship | Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) | |
| dc.format | Text | |
| dc.identifier.uri | https://dspace5.ufes.br/handle/10/15896 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal do Espírito Santo | |
| dc.publisher.country | BR | |
| dc.publisher.course | Doutorado em Ciências Fisiológicas | |
| dc.publisher.department | Centro de Ciências da Saúde | |
| dc.publisher.initials | UFES | |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas | |
| dc.rights | open access | |
| dc.subject | Hidrolisado da clara de ovo | |
| dc.subject | Músculos papilares | |
| dc.subject | Estresse oxidativo | |
| dc.subject.br-rjbn | subject.br-rjbn | |
| dc.subject.cnpq | Fisiologia | |
| dc.title | Efeito do consumo de hidrolisado de clara de ovo sobre as alterações cardíacas promovidas pela exposição ao cloreto de cobre (cucl2) em ratos | |
| dc.type | doctoralThesis |
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