Awandá e o feitiço da chicha: uma etnografia dos Makurap no Rio Guaporé

dc.contributor.advisor1Pinto, Nicole Soares
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0101695199440843
dc.contributor.authorCastro, Breno Duarte
dc.contributor.authorIDhttps://orcid.org/0009-0009-1095-4020
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6311156045348852
dc.contributor.referee1Castro, Eduardo Batalha Viveiros de
dc.contributor.referee2Souza, Marcela Stockler Coelho de
dc.contributor.referee3Figueiredo, Marina Vanzolini
dc.date.accessioned2024-05-29T20:55:19Z
dc.date.available2024-05-29T20:55:19Z
dc.date.issued2023-11-13
dc.description.abstractThis text is an ethnographic work carried out with the Makurap people, who speak the Tupi-Tupari language, and who inhabit the right bank of the Guaporé River in the Indigenous Land of the same name, on the border with Bolivia. Firstly, we will address the sociology of these people and the way in which the relationships between clan and ethnicity cannot be easily elaborated based on a Euclidean topology. Then, based on the myths of the emergence of humanity and the relationships that indigenous people maintain with their owners and spirits, we will evaluate the notion of “humanity” and how it is subject to variation based on encounters. Finally, we will address the topic of witchcraft based on an accusation that occurred in the village of Ricardo Franco. We will think about how this concept is mobilized to talk about the effect caused by the chicha, which would be like that caused by the boa constrictor, a real hunt.
dc.description.resumoO presente texto é um trabalho etnográfico realizado com o povo Makurap, de língua Tupi-Tupari, e que habita a margem direita do rio Guaporé na Terra Indígena homônima, na fronteira com a Bolívia. Primeiramente abordaremos a sociologia desse povo e o modo como as relações entre clã e etnia não podem ser facilmente elaboradas a partir de uma topologia euclidiana. Em seguida, a partir dos mitos de surgimento da humanidade e das relações que os indígenas mantém com os donos e espíritos, avaliaremos a noção de “humanidade” e como ela está sujeita à variação a partir dos encontros. Finalmente, abordaremos o tema da feitiçaria a partir de uma acusação ocorrida na aldeia de Ricardo Franco. Pensaremos como tal conceito é mobilizado para falar do efeito provocado pela chicha que seria tal como aquele provocado pela jiboia, uma verdadeira caçaria.
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/12472
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Ciências Sociais
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais
dc.rightsopen access
dc.subjectChicha
dc.subjectComplexo do Marico
dc.subjectMakurap
dc.subjectFeitiçaria
dc.subjectMulheres
dc.subject.cnpqSociologia
dc.titleAwandá e o feitiço da chicha: uma etnografia dos Makurap no Rio Guaporé
dc.typemasterThesis

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