Desenvolvimento de biomaterial ósseo

dc.contributor.advisor1Nogueira, Breno Valentim
dc.contributor.authorBarros, Rodolpho José da Silva
dc.contributor.referee1Maranduba, Carlos Magno da Costa
dc.contributor.referee2Paula, Flavia de
dc.date.accessioned2018-08-01T21:35:02Z
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T21:35:02Z
dc.date.issued2018-02-26
dc.description.abstractabstracteng
dc.description.resumoApesar do constante avanço no desenvolvimento de alternativas para produção de substitutos ósseos experimentais artificiais, o desenvolvimento de novas terapias que superem a eficácia clínica de enxertos ósseos convencionais ainda é considerado um desafio para a bioengenharia de tecidos. A falta de biomateriais de implante que sejam capazes de promover suporte mecânico e biológico de eficácia clínica comprovada favorece a utilização de enxertos ósseos desproteinizados que pouco podem estimular a regeneração tecidual. Nesse cenário, a utilização de matriz extracelular descelularizada (ECM) tem sido considerada uma estratégia promissora para o desenvolvimento de terapias de regeneração tecidual. O tecido ósseo fetal apresenta características morfológicas estruturais e de composição de matriz extracelular que são muito semelhantes aos tecidos de crescimento e cicatrização óssea, por esses motivos pode ser explorado como um candidato promissor para o desenvolvimento de biomateriais substitutos ósseos capazes de promover maior qualidade regenerativa como dispositivos de implante. Até o momento, não há relatos da caracterização e utilização deste tipo de tecido, e tampouco protocolos de processamento descritos. Objetivou-se desenvolver um biomaterial ósseo descelularizado produzido a partir de osso fetal bovino que possua composição e estrutura morfológica preservada para utilização em bioengenharia tecidual. Para isso, uma série de protocolos de descelularização foram avaliados e padronizados utilizando técnicas de microscopia óptica e eletrônica, bem como testes bioquímicos para quantificação de DNA, hidroxiprolina, sulfato de condroitina, SDS residual, análise histológica e de imuno-histoquímica. Os resultados apresentados neste estudo demonstraram a efetiva descelularização de tecido ósseo fetal bovino tratado com SDS 0,5%, com redução de 96,2% de conteúdo de DNA, e preservação de componentes da matriz extracelular óssea como colágeno, glicosaminoglicanos e glicoproteínas. Além disso, o arcabouço descelularizado de tecido ósseo fetal produzido demonstrou possuir características morfológicas que lhe candidatam como um possível e promissor biomaterial substituto ósseo que poderá ser utilizado para fins da bioengenharia de tecidos.
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/7112
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Biotecnologia
dc.publisher.departmentCentro de Ciências da Saúde
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biotecnologia
dc.rightsopen access
dc.subject.cnpqBiotecnologia
dc.subject.udc61
dc.titleDesenvolvimento de biomaterial ósseo
dc.typemasterThesis

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