Nem Maria nem João, sapatão: um rebuceteio cartográfico

dc.contributor.advisor1Zamboni, Jésio
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0002-0360-7284
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4402766344195919
dc.contributor.authorNadai, Monica Miniguite de
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3351821380173465
dc.contributor.referee1Azevedo, Adriana Pinto Fernandes de
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0009-0002-1894-239X
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1703215296099110
dc.contributor.referee2Rodrigues, Alexsandro
dc.contributor.referee2IDhttps://orcid.org/0000-0002-5998-4978
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7985936674676993
dc.date.accessioned2024-05-30T01:41:08Z
dc.date.available2024-05-30T01:41:08Z
dc.date.issued2022-09-27
dc.description.abstractabstractThis work emerged from a series of questions and, without necessarily answering them, brought many others to the surface. Some of the main issues are: who are the bodies and, therefore, the stories that are told? Who are the people who appear in the archives? The absence of the stories of sexual and gender dissidents in histories, the erasure of their existences from archives and the underreporting of violence committed against LGBTQIA+ people, while presences for years in medical textbooks and criminological texts, bring to light the invisibilization of sexual and gender dissidents, which hinders the creation of actions to combat violence and inclusive public policies. The invisibility games to which we are submitted make our lives to be at the edges - border lives. Within this context, this paper approaches this marginality, from the field with some female interlocutors, in order to explore the regimes of visibility and invisibility of these - lesbian/butch/dyke - bodies. So, the present research proposes a cartography linked to the notion of rebuceteio as a cartographic tool. We listened, provoked and talked about issues that cross the experiences of sapatonas and it resulted in narrative fragments of stories and memories of ordinary lives, told by seven participants and the author. We emphasize the experiences and their territorialities, which take place in a rural context or in the transit between urban and rural, in Espírito Santo, a brazilian state. In dialogue with these fragments, we rely on the references of feminist, racial and gender studies and, more specifically, lesbian feminism with Adrienne Rich and Monique Wittig.
dc.description.resumoEsse trabalho emergiu de uma série de questionamentos e, sem necessariamente respondê-los, trouxe mais tantos outros à superfície. Alguns dos principais são: quem são os corpos e, por isso, as histórias que são contados? E quem são as pessoas que aparecem nos arquivos? A ausência das histórias dos dissidentes sexuais e de gênero nas histórias, o apagamento de suas existências dos arquivos, as subnotificações de violências praticadas contra pessoas LGBTQIA+, ao mesmo tempo que as presenças, durante anos, nos manuais médicos e textos criminológicos, trazem à tona a invisibilização das dissidências sexuais e de gênero, o que dificulta a criação de ações de combate à violência e políticas públicas inclusivas. Os jogos de invisibilização a que somos submetides fazem com que nossas vidas estejam às bordas – vidas fronteiriças. Dentro disso, o trabalho aborda essa marginalidade a partir do campo com algumas interlocutora para explorar os regimes de visibilidade e invisibilidade desses corpos sapatônicos. Assim, a presente pesquisa propõe uma cartografia atrelada à noção de rebuceteio como uma ferramenta cartográfica. Escutamos, provocamos e conversamos sobre questões que atravessam as vivências de sapatonas, a partir das conversas com as interlocutoras, produzindo fragmentos narrativos das histórias e memórias das vidas comuns, contadas por sete participantes e pela autora. Enfatizamos as experiências e suas territorialidades, que ocorrem em contexto interiorano ou no trânsito entre o urbano e o rural, no Espírito Santo. Em diálogo com esses fragmentos, nos apoiamos nos referenciais dos estudos feministas, raciais e de gênero e, mais especificamente, do feminismo lésbico com Adrienne Rich e Monique Wittig.
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.formatText
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/16567
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseMestrado em Psicologia Institucional
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia Institucional
dc.rightsopen access
dc.subjectMinorias sexuais e de gênero
dc.subjectEstudos de gênero
dc.subjectLésbicas
dc.subjectHomossexuais femininas
dc.subjectLGBTQIA+
dc.subject.br-rjbnsubject.br-rjbn
dc.subject.cnpqPsicologia
dc.titleNem Maria nem João, sapatão: um rebuceteio cartográfico
dc.title.alternativetitle.alternative
dc.typemasterThesis

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