Gênese Fundiária e o Movimento de Territorialização no Noroeste do Espírito Santo: Um recorte espaço-temporal (1920 – 1950).

dc.contributor.advisor1Scarim, Paulo César
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2585-6414
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6089464259803666
dc.contributor.authorZanoni, Angelo de Souza
dc.date.accessioned2025-08-20T19:12:41Z
dc.date.available2025-08-20T19:12:41Z
dc.date.issued2013
dc.description.abstractO estudo faz uma análise sobre a gênese da estrutura fundiária e o movimento de territorialização no Noroeste do Espírito Santo, traçando um recorte espaçotemporal entre as décadas de 1920 e 1950. Com objetivo de compreender a atual estrutura fundiária, procuramos analisar o processo de aquisição de terras devolutas, bem como os movimentos de territorialização impulsionados por uma política de colonização. Esta política se inicia na década de 1920, trazendo consigo as intencionalidades (disputas políticos-territoriais, econômicas, etc.) e alguns sujeitos envolvidos no processo. Os contrastes observados na paisagem rural do Espírito Santo são resultado de um conjunto de elementos, naturais e artificiais. As condições físico-naturais são características da configuração territorial, mas elas por si só não explicam essa configuração atual. Deve-se, portanto, acrescentar a importância das relações sociais, isto é, o uso que a sociedade faz desse território, criando condições de (re)produção em cada momento histórico. No caso do Noroeste, as intenções da colonização foram base de um projeto político-econômico que deixou sua marca do tempo no espaço. Algumas fronteiras tiveram que serem definidas, outras expandidas, e ambas estiveram presentes em um movimento único. Analisar o mercado de terras, sobretudo a partir da criação de uma Companhia Territorial e dos caminhos percorridos pela frente de expansão, ajuda no entendimento da apropriação exclusiva de terras devolutas. Mesmo com o objetivo de colonizar um território, houve também a negação aos territórios de negros, caboclos, posseiros e indígenas considerando que os mesmos já ocupavam tradicionalmente esse território. Caracteriza-se assim um movimento de des-re-territorialização de povos durante o projeto colonizador.
dc.formatText
dc.identifier.citationZANONI, Angelo de Souza. Gênese Fundiária e o Movimento de Territorialização no Noroeste do Espírito Santo: Um recorte espaço-temporal (1920 – 1950).
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/20128
dc.languagepor
dc.language.isopt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseBacharelado em Geografia
dc.publisher.departmentDepartamento de Geografia
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.otherCentro de Ciências Humanas e Naturais
dc.rightsopen access
dc.subjectTerritório
dc.subject Noroeste
dc.subject Fronteiras
dc.subject Companhia Territorial
dc.titleGênese Fundiária e o Movimento de Territorialização no Noroeste do Espírito Santo: Um recorte espaço-temporal (1920 – 1950).
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dc.typebachelorThesis
foaf.mboxemail@ufes.br

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