Efeitos da Lectina de Dioclea Violacea na lesão renal aguda induzida por Isquemia/Reperfusão renal

dc.contributor.advisor1Gava, Ágata Lages
dc.contributor.authorFreitas, Flávia Priscila Santos
dc.contributor.referee1Santos, Leonardo dos
dc.contributor.referee2Cavada, Benildo Sousa
dc.contributor.referee3Ballarin, Camille de Moura
dc.contributor.referee4Campagnaro, Bianca Prandi
dc.date.accessioned2018-08-01T22:59:25Z
dc.date.available2018-08-01
dc.date.available2018-08-01T22:59:25Z
dc.date.issued2015-12-22
dc.description.abstractAcute kidney injury (AKI) is characterized by a rapid and potentially reversible decline in renal function; however, the current management for AKI is nonspecific and associated with limited supportive care. Considering the need for more novel therapeutic approaches, we believe that lectins from Dioclea violacea (Dvl), based on their anti-inflammatory properties, could be beneficial for the treatment of AKI induced by renal ischemia/reperfusion (I/R). Dvl (1 mg/kg, i.v.) or vehicle (100 µL) was administered to Wistar rats prior to the induction of bilateral renal ischemia (45 min). Following 24 hours of reperfusion, inulin and para-aminohippurate (PAH) clearances were performed to determine glomerular filtration rate (GFR), renal plasma flow (RPF), renal blood flow (RBF) and renal vascular resistance (RVR). Plasma urea, plasma creatinine and urine protein were analyzed by spectrophotometry. Renal inflammation was assessed using Myeloperoxidase (MPO) activity. Kidney sections were stained with hematoxylineosin to evaluate morphological changes. Intracellular superoxide anions, hydrogen peroxide, peroxynitrite, hildroxil radical, nitric oxide and apoptosis production in the kidneyswere analyzed using flow cytometry. I/R resulted in diminished GFR, RPF, RBF, and increased RVR plasma urea and plasma creatinine; however, these changes were ameliorated in rats receiving Dvl. There were no differences in urine protein levels between groups. AKI-induced histomorphological changes, such as tubular dilatation, tubular necrosis and proteinaceous casts, were attenuated by Dvl administration. Treatment with Dvl resulted in diminished renal MPO activity, oxidative stress and apoptosis in rats submitted to I/R. Our data reveal that Dvl has a protective effect in the kidney, improving renal function after IR injury, probably by reducing neutrophil recruitment and oxidative stress. These results indicate that Dvl can be considered a new therapeutic approach for AKI-induced kidney injury.eng
dc.description.resumoA lesão renal aguda (LRA) é caracterizada por um rápido e potencialmente reversível declínio na função renal; no entanto, o tratamento atual da LRA não é específico e está associado a cuidados de suporte limitados. Considerando a necessidade de novas abordagens terapêuticas, acreditamos que a lectina de Dioclea violacea (Dvl), por possuir propriedades anti-inflamatórias, pode ser benéfica para o tratamento da LRA induzida por isquemia/reperfusão renal (I/R). Dvl (1 ml/kg, i.v.) ou veículo (100 μL) foram administrados a ratos Wistar anteriormente à indução da isquemia renal bilateral (45 minutos). Após 24 horas de reperfusão, osclearances de inulina e paraminohipurato foram realizados para determinar a taxa de filtração glomerular (TFG), o fluxo plasmático renal (FPR), o fluxo sanguíneo renal (FSR) e a resistência vascular renal (RVR). Ureia plasmática, creatinina plasmática e proteinúria foram analisadas por espetrofotometria. A inflamação renal foi medida usando a atividade de mieloperoxidase (MPO). Cortes do rim foram corados com hematoxilina-eosina para avaliação de alterações morfológicas. A produção de ânion superóxido, peróxido de hidrogênio, peroxinitrito, radical hidroxil, óxido nítrico e apoptose nos rins foram avaliados por citometria de fluxo. A I/R resultou em TFG, FPR e FSR diminuídos e aumentou a RVR, uremia e creatinina plasmática; porém, estes parâmetros foram melhorados em ratos que receberam Dvl. Não houve diferenças na proteinúria dos diferentes grupos. As alterações histomorfológicas induzidas pela LRA, como dilatação tubular, necrose tubular e deposição de material protéico, foram atenuadas pela administração de Dvl. O tratamento com Dvl resultou em diminuição na atividade de MPO, estresse oxidativo e apoptose nos ratos submetidos à I/R. Nossos dados mostraram que a Dvl possui um efeito protetor no rim, melhorando a função renal após a lesão por I/R, provavelmente devido à redução do recrutamento de neutrófilos e do estresse oxidativo. Estes resultados indicam que a Dvl pode ser considerada como uma nova abordagem terapêutica para a LRA induzida por I/R.
dc.formatText
dc.identifier.citationFREITAS, Flávia Priscila Santos. Efeitos da Lectina de Dioclea Violacea na lesão renal aguda induzida por Isquemia/Reperfusão renal. 2015. Tese (Doutorado em Ciências Fisiológicas) - Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências da Saúde, Vitória, 2015.
dc.identifier.urihttps://dspace5.ufes.br/handle/10/8083
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal do Espírito Santo
dc.publisher.countryBR
dc.publisher.courseDoutorado em Ciências Fisiológicas
dc.publisher.departmentCentro de Ciências da Saúde
dc.publisher.initialsUFES
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas
dc.rightsopen access
dc.subject.cnpqFisiologia
dc.subject.udc612
dc.titleEfeitos da Lectina de Dioclea Violacea na lesão renal aguda induzida por Isquemia/Reperfusão renal
dc.typedoctoralThesis

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