Tolerância a regimes térmicoscontrastantes em mudas de Myrsine coriacea provenientes de matrizes localizadas ao longo de um gradiente de altitude
| dc.contributor.advisor1 | Cavatte, Paulo Cezar | |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0003-2963-7673 | |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/8029279967950425 | |
| dc.contributor.author | Ramaldes, Bárbara de Oliveira | |
| dc.contributor.authorID | https://orcid.org/0000-0003-0333-093X | |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/4005984931102657 | |
| dc.contributor.referee1 | Silva, Diolina Moura | |
| dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/000000033885280X | |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/0341541450627705 | |
| dc.contributor.referee2 | Carrijo, Tatiana Tavares | |
| dc.contributor.referee2ID | https://orcid.org/0000000283660738 | |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/0479854777557016 | |
| dc.date.accessioned | 2024-05-30T00:49:36Z | |
| dc.date.available | 2024-05-30T00:49:36Z | |
| dc.date.issued | 2020-02-28 | |
| dc.description.abstract | Species with a wide geographical distribution, such as Myrsine coriacea (Primulaceae), may include divergent ecophysiological changes, which may be a consequence of long-term adaptation to the specific conditions of each place of occurrence. We investigated the effects of contrasting thermal regimes on growth, photosynthetic performance and biochemical characteristics of M. coriacea plants, the results of matrices located along an altitude gradient in the Atlantic Forest. The hypothesis that there is a divergence of ecophysiological strategies for tolerance to contrasting thermal regimes between plants from populations located at low and high altitudes was tested. For this, the seedlings were produced after the collection of native seeds. Subsequently, as plants were grown in climate greenhouses (altitude: 120 m) under contrasting thermal regimes. The experiment was set up in a randomized design, in a 2 x 7 factorial scheme: two contrasting thermal regimes [Low atmospheric demand (BDA) and High atmospheric demand (ADA)]] and seven populations, located along an altitude gradient (639 a 1774 meters of altitude). The plants were grown for 120 days under contrasting conditions of air temperature (Tar) and vapor pressure deficit (DPV): BDA (Tar (mean) day/night: 28.2/21.2 °C and DPVmean day/night: 0.60/0.05 kPa) and ADA (Tar (mean) day/night: 30.2/25.3 °C and DPVmean day/night: 1.19/0.22 kPa). The results indicate greater biomass production in the BDA, greater photosynthetic capacity per unit of leaf area in the ADA, no variation in the concentration of photosynthetic pigments between the thermal regimes and different responses in the leaf nutrient concentration and isotopic carbon ratio 13 ( 13C), regardless of the origin altitude. Origin altitude explained most of the total variation in most of the characteristics analyzed. With the increase in the original altitude, mainly above 900 meters of altitude, the differences in growth characteristics between thermal regimes intensified, while, generally, no significant trend occurred in photosynthetic and biochemical characteristics. Plants from the population located at 1774 meters of altitude stood out with greater divergence in ecophysiological responses from other populations, with less biomass production and photosynthetic performance, and different biochemical responses. Probably, differential strategies to deal with contrasting thermal regimes may have led to the differentiation of ecotypes within the species under thermal variations in an altitudinal gradient, as in the population of 1774 meters of altitude. The results demonstrate that the ecophysiological performance of M. coriacea populations, located at altitudes below 900 meters, is more limited, which can be aggravated in a scenario of global changes. Adaptive strategies can facilitate survival in situ, but occurring at higher altitudes or latitudes (with lower temperatures) can contribute to survival in this scenario. The use of the species for forest majestic in places of low atmospheric demand (low temperatures), is recommended with seedlings from matrices located at higher altitudes (above 900 meters). In contrast, management in places with high atmospheric demand (high temperatures), seedlings from all altitudes sampled in this study can be used, with the exception of the population of 1774 meters of altitude. | |
| dc.description.resumo | Espécies com ampla distribuição geográfica, como Myrsine coriacea (Primulaceae), podem expressar estratégias ecofisiológicas divergentes, o que pode ser consequência da adaptação a longo prazo às condições específicas de cada local de ocorrência. No presente estudo, investigamos os efeitos de regimes térmicos contrastantes sobre o crescimento, desempenho fotossintético e características bioquímicas de plantas de M. coriacea, provenientes de matrizes localizadas ao longo de um gradiente de altitude na Mata Atlântica. Testou-se a hipótese de que existe divergência de estratégias ecofisiológicas de tolerância a regimes térmicos contrastantes entre plantas provenientes de populações localizadas em baixas e altas altitudes. Para isso, mudas foram produzidas após a coleta de sementes de populações nativas. Posteriormente, as plantas foram cultivadas em casas de vegetação climatizadas (altitude: 120 m) sob regimes térmicos contrastantes. O experimento foi montado em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 7: dois regimes térmicos contrastantes [Baixa demanda atmosférica (BDA) e Alta demanda atmosférica (ADA)] e sete populações, localizadas ao longo de um gradiente de altitude (639 a 1774 metros de altitude). As plantas foram cultivadas durante 120 dias sob condições contrastantes de temperatura do ar (Tar) e déficit de pressão de vapor (DPV): BDA (Tar (média) dia/noite: 28,2/21,2 °C e DPVmédio dia/noite: 0,60/0,05 kPa) e ADA (Tar (média) dia/noite: 30,2/25,3 °C e DPVmédio dia/noite: 1,19/0,22 kPa). Os resultados indicaram maior produção de biomassa em BDA, maior capacidade fotossintética por unidade de área foliar em ADA, nenhuma variação na concentração de pigmentos fotossintéticos entre os regimes térmicos e respostas distintas na concentração foliar de nutrientes e razão isotópica de carbono 13 ( 13C), independentemente da altitude de origem. Altitude de origem explicou maior parte da variação total na maioria das características analisadas. Com o aumento da altitude de origem, principalmente acima de 900 metros de altitude, intensificaram-se as diferenças nas características de crescimento entre os regimes térmicos, enquanto, geralmente, nenhuma tendência significativa ocorreu em características fotossintéticas e bioquímicas. Plantas da população localizada a 1774 metros de altitude destacaram-se com maior divergência de respostas ecofisiológicas das demais populações, com menor produção de biomassa e desempenho fotossintético, e distintas respostas bioquímicas. Provavelmente, estratégias diferenciais para lidar com regimes térmicos contrastantes podem ter conduzido à diferenciação de ecótipos dentro da espécie sob as variações térmicas em gradiente altitudinal, como na população de 1774 metros de altitude. Os resultados demonstram que o desempenho ecofisiológico de populações de M. coriacea, localizadas em altitudes abaixo de 900 metros, é mais limitado o que pode ser agravado em cenário de mudanças globais. Estratégias adaptativas podem facilitar a sobrevivência in situ, porém a ocorrência em maiores altitudes ou latitudes (com menores temperaturas) pode contribuir para a sobrevivência nesse cenário. A utilização da espécie para majeto florestal em locais de baixa demanda atmosférica (baixas temperaturas), é recomendada com mudas provenientes de matrizes localizadas em maiores altitudes (acima de 900 metros). Em contrapartida, manejo em locais de alta demanda atmosférica (elevadas temperaturas), podese utilizar mudas provenientes de todas as altitudes amostradas neste estudo, com exceção apenas da população de 1774 metros de altitude. | |
| dc.format | Text | |
| dc.identifier.uri | https://dspace5.ufes.br/handle/10/14835 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal do Espírito Santo | |
| dc.publisher.country | BR | |
| dc.publisher.course | Mestrado em Biologia Vegetal | |
| dc.publisher.department | Centro de Ciências Humanas e Naturais | |
| dc.publisher.initials | UFES | |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal | |
| dc.rights | open access | |
| dc.subject | Altitude | |
| dc.subject | capororoca | |
| dc.subject | ecofisiologia | |
| dc.subject | ecótipo | |
| dc.subject | temperatura | |
| dc.subject.br-rjbn | subject.br-rjbn | |
| dc.subject.cnpq | Agronomia | |
| dc.title | Tolerância a regimes térmicoscontrastantes em mudas de Myrsine coriacea provenientes de matrizes localizadas ao longo de um gradiente de altitude | |
| dc.title.alternative | title.alternative | |
| dc.type | masterThesis |
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